terça-feira, 7 de julho de 2020
Corporação Gaia - Daphnée Dubois
Daphnée Dubois, primogênita e herdeira da construtora Dubois, perdeu a mãe aos cinco anos e nunca recebeu a atenção devida do pai.
Já adulta, mas muito jovem, por pressão dos setores mais conservadores da alta sociedade, casou, casou e casou... três matrimônios, um mais desastroso que o outro...
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Mas hoje não... por mais que toda a rotina da casa estivesse perfeita e em dia, o fato de sua patroa e amiga estar deitada no sofá da sala, era motivo de extrema preocupação. E mesmo ela tendo pedido, na verdade ordenado, para ficar sozinha, Louise não aguentou mais e naquele momento, desobedeceu a ordem gritada há pouco mais de uma hora.
Louise caminhou até a sala e tentando puxar assunto, disse:
- Senhora Dubois, precisa de alguma coisa?
- Preciso... ficar sozinha... eu já disse... e não tem ninguém aqui além de nós... você sabe que eu odeio... quando você me chama de senhora... - respondeu ela, com muita má vontade.
- Desculpe querida, é força do hábito... o protocolo...
- Dane-se o protocolo... dane-se o mundo... dane-se a minha vida... me deixa sozinha - ordenou ela, se virando no sofá.
- Não fale assim querida, você já passou por tanta coisa... eu não aguento te ver assim - disse ela, emocionada e chegando mais perto.
- Sim... você viu tudo de perto não é? Mamãe, papai... e o que dizer do trio, qual você acha que foi pior? O abusador, o agressor ou o traidor?
- Sim, eu vi tudo... mas, mesmo com tudo isso, tem uma coisa que eu nunca vi, querida... e isso está me preocupando muito. Eu nunca te vi caída no sofá, sem comer, sem se banhar e chorando... você não está bem...
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E sem querer, seu caminho cruza com o de Natasha Bykov em Berlim... e de uma conversa descontraída no bar, nasceu uma grande amizade...
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E por volta das 21:00 hs, enquanto experimentava uma bebida colorida e engraçada que tinha chamado a sua atenção no cardápio, que ela viu Daphnée entrando pelo acesso principal.
- Daphnée! Daphnée! - chamou ela, bem alto, após se levantar e ao mesmo tempo em que acenava.
- Natasha?! - quase gritou a garota, vindo rapidamente em sua direção.
- Que bom que você veio, eu estava te esperando, senta, senta! - disse Natasha com um sorriso.
- Vous veio parra me verr? Est conseguiu une table? Vous êtes belle - respondeu Daphnée, se sentando e sorrindo.
- Claro... adorei te conhecer ontem e queria falar contigo de novo.
- Je suis là, mon amour... est querr falarr sobrre? - perguntou ela, enquanto acenava para o garçom.
- Qualquer coisa... o que importa e que podemos brindar a vida de novo, não?
- Naturellement...
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E qual será o papel dela na vida de Natasha? O que o destino reservou para as duas amigas? Como duas pessoas tão diferentes poderão confiar uma na outra?
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Após quase uma hora, Natasha acabara de sair do banho, vestindo um roupão fofinho e com uma toalha enrolando o cabelo. E foi ao pisar no quarto, que aparentemente Daphnée se assustou e virou a cabeça em direção a ela, com os olhos arregalados.
- O que foi Daphy? - perguntou ela com naturalidade, mas sem receber qualquer resposta.
Natasha tirou a toalha e enxugou os cabelos, quando insistiu na pergunta:
- O que foi, coisa?
- Quem é você? - perguntou Daphnée com a voz assustada.
- O que? Que raio de pergunta é essa? - perguntou Natasha, sem paciência para joguinhos.
- Qual é o seu nome? - perguntou Daphnée de novo, de forma estranha.
- Tá bom coisa, vou entrar na sua brincadeira... meu nome é Natasha Bykov... posso saber o que acontece agora? - respondeu ela, sem muito interesse, enquanto continuava a enxugar o cabelo.
- Mesmo? Tem cerrteza... que não é... Mileva Nikolin? - disse ela, tremendo a voz.
Natasha travou. E sentindo uma pequena palpitação enquanto a encarava, respondeu:
- O que você disse?
Daphnée não respondeu, mas seus olhos começaram a se encher de lágrimas.
- Repete o que você falou, Daphy - disse Natasha, começando a andar na direção dela.
- Non! Non! Fica longe! - disse ela, tremendo todo o corpo. Ao estender o braço, fazendo sinal para ela não se aproximar, Natasha viu seu passaporte na mão dela.
- Por que você pegou meu passaporte?! - quase gritou Natasha, dando um passo forte em direção a ela, apenas para parar no segundo seguinte.
- NON! FICA LONGE! - gritou ela, desesperadamente - Se não chamo polícia! Fica longe de mim!
Natasha percebeu naquele instante que faltava apenas uma pequena gota para Daphnée surtar, já que ela estava apavorada e não raciocinava direito. Ela teria que ter muita calma e pior ainda, acalma-la.
- Tudo bem, estou longe... não vou fazer nada... você sabe que eu nunca faria nada contigo - disse ela, parada e com a voz mais calma possível.
- Non! Você mentiu prra mim! Igual todos! Eu nem sei seu nome! Eu sou uma idiota! Só sirrvo prra serr enganada! - falou ela, agora, desabando a chorar.
- Daphy, desculpe minha reação, mas eu nunca menti pra você... você acompanha minha vida, sabe meu nome e sabe no que eu trabalho...
- Mentirra! Quem é você de verrdade? Diga-me.
Natasha respirou fundo, realmente Daphnée tinha razões por estar desconfiada, mas hoje, ela saberia de tudo.
- Daphy, eu sou Natasha Bykov, moldaviana, filha de Anton Bykov e Ileana Bykov, pertenço a uma linhagem aristocrata que foi dizimada durante a guerra contra a URSS. Vivi todos os anos da guerra no castelo Peterhof, fui assessora do príncipe quando ele retornou do exílio, trabalhei na KGB até o fim da guerra fria, depois me tornei agente da CIA. Eu sou Natasha Bykov, a mulher que nunca mentiria pra você.
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sábado, 20 de junho de 2020
Boa dia Pessoal,
Obrigado a todos os amigos que já leram, opinaram e mandaram um e-mail comentando sobre o Mancha Neural.
E agradeço também ao amigo Fabiano que fez uma resenha no seu blog Socializando (LEIA AQUI) e ainda teve a gentiliza de criar uma CAPA muito profissional para meu pequeno livro... Estou adotando ela e postando novamente para quem quiser...
E aqui estamos com o Mancha Neural, o último embate entre Mickey e o Mancha Negra.
De bonus a inédita origem de um dos maiores vilões da Disney...
Agradeço a todos os meus queridos leitores e espero que gostem.
Um grande abraço a todos e boa leitura...
Daniel Alencar
Obrigado a todos os amigos que já leram, opinaram e mandaram um e-mail comentando sobre o Mancha Neural.
E agradeço também ao amigo Fabiano que fez uma resenha no seu blog Socializando (LEIA AQUI) e ainda teve a gentiliza de criar uma CAPA muito profissional para meu pequeno livro... Estou adotando ela e postando novamente para quem quiser...
E aqui estamos com o Mancha Neural, o último embate entre Mickey e o Mancha Negra.
De bonus a inédita origem de um dos maiores vilões da Disney...
Um grande abraço a todos e boa leitura...
Daniel Alencar
sexta-feira, 15 de maio de 2020
Lançamento Oficial - Mancha Neural : Ato II - Guerra
Boa noite Pessoal,
Aqui estamos para a continuação do Mancha Neural... Para quem não leu a primeira parte, ambas estão neste arquivo...
Degustem a íncrivel e nunca contada origem do Mancha Negra.
Semana que vem, a conclusão...
Os destinos de Mickey, Natasha e do Mancha Negra entram em colisão... Qual será o desfecho do ultimo embate entre os dois inimigos?
Agradeço a todos os meus queridos leitores e espero que gostem.
Um grande abraço a todos e boa leitura...
Daniel Alencar
Aqui estamos para a continuação do Mancha Neural... Para quem não leu a primeira parte, ambas estão neste arquivo...
Degustem a íncrivel e nunca contada origem do Mancha Negra.
Mancha Neural : Ato II - Guerra
Na linda e antiga fazenda de Nadeyus, a chegada do herdeiro dos Ivanov foi motivo de festa. Vladimir e Yeva sempre desejaram o melhor para seu filhinho Dmitri.
Após alguns anos, Dmitri viria a conhecer seus melhores amigos, Natasha e Nicolai, na escola dos ricos e aristocratas.
Oque eles nunca imaginariam é que sua mocidade seria conturbada, pois seu amado país entraria em guerra contra os russos.
E foi com perdas imensas, promessas quebradas e sofrimento de inocentes, que a vida do trio de amigos, mudaria para sempre.
Na linda e antiga fazenda de Nadeyus, a chegada do herdeiro dos Ivanov foi motivo de festa. Vladimir e Yeva sempre desejaram o melhor para seu filhinho Dmitri.
Após alguns anos, Dmitri viria a conhecer seus melhores amigos, Natasha e Nicolai, na escola dos ricos e aristocratas.
Oque eles nunca imaginariam é que sua mocidade seria conturbada, pois seu amado país entraria em guerra contra os russos.
E foi com perdas imensas, promessas quebradas e sofrimento de inocentes, que a vida do trio de amigos, mudaria para sempre.
Semana que vem, a conclusão...
Os destinos de Mickey, Natasha e do Mancha Negra entram em colisão... Qual será o desfecho do ultimo embate entre os dois inimigos?
Agradeço a todos os meus queridos leitores e espero que gostem.
Um grande abraço a todos e boa leitura...
Daniel Alencar
sexta-feira, 8 de maio de 2020
Lançamento Oficial - Mancha Neural : Ato I - Assassinos
Boa noite Pessoal,
Conforme prometido, hoje é o lançamento do meu primeiro romance tendo o Mickey como protagonista... Na verdade, o primeiro ato...
Agradeço a todos os meus queridos leitores e espero que gostem.
Peço a todos que deixem ou agora ou após a leitura, um comentário sobre o quê acharam.
Um grande abraço a todos e boa leitura...
Daniel Alencar
Conforme prometido, hoje é o lançamento do meu primeiro romance tendo o Mickey como protagonista... Na verdade, o primeiro ato...
Mancha Neural : Ato I - Assassinos
Mickey está entediado, a espera de um caso.
Seus últimos trabalhos em Anderville e Avangard City o tornaram uma celebridade, mas nada interessante ocorre há tempos.
Até que um dia, agentes da CIA procuram o detetive com uma proposta insólita... Caçar o seu velho inimigo, o Mancha Negra, no Leste Europeu, pois desconfiam que ele está envolvido em um massacre sem explicação de um pequeno povoado.
Como parceira de Mickey, Natasha Bykov, ex-KGB, agora uma agente freelancer, que procura o Mancha por um motivo pessoal.
O único mistério que nem a CIA soube responder é por que os mortos no vilarejo tem o mesmo sintoma de diversos assassinos que estão atacando politicos e empresários pelo mundo...
Uma pequena mancha negra no cérebro.
Mickey está entediado, a espera de um caso.
Seus últimos trabalhos em Anderville e Avangard City o tornaram uma celebridade, mas nada interessante ocorre há tempos.
Até que um dia, agentes da CIA procuram o detetive com uma proposta insólita... Caçar o seu velho inimigo, o Mancha Negra, no Leste Europeu, pois desconfiam que ele está envolvido em um massacre sem explicação de um pequeno povoado.
Como parceira de Mickey, Natasha Bykov, ex-KGB, agora uma agente freelancer, que procura o Mancha por um motivo pessoal.
O único mistério que nem a CIA soube responder é por que os mortos no vilarejo tem o mesmo sintoma de diversos assassinos que estão atacando politicos e empresários pelo mundo...
Uma pequena mancha negra no cérebro.
Peço a todos que deixem ou agora ou após a leitura, um comentário sobre o quê acharam.
Um grande abraço a todos e boa leitura...
Daniel Alencar
quarta-feira, 6 de maio de 2020
Dois dias para o Mancha Neural...
Prezados,
Em maio vocês finalmente verão a minha visão do Mickey, contando a história do embate final entre o detetive e sua nemesis, o Mancha Negra.
Não percam as datas:
- 08/05 : Ato 01 - Assassinos
- 15/05 : Ato 02 - Guerra
- 22/05 : Ato 03 - Confronto
Preview
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...
– Não importa o que aconteça, eu sempre te amarei.
...
– Duas coisas nos dão a certeza de que o senhor será imprescindível nesse caso e uma delas foi o seu sucesso em Avangard City.
...
– Claro que não. Você acha que não sentirei sua falta? Caso um dia apareça outra missão ou viagem como essa, só aceitarei se puder levar você, pois enquanto trabalho, você pode pegar um trem e viajar pela Europa. Que tal?
...
– Aqui não é sua cidadezinha de periferia e nem estamos procurando um batedor de carteira, estamos no meio do Leste Europeu a caça de um terrorista assassino. Eu o procuro há anos e já encontrei cúmplices e fornecedores em becos imundos e perigosos, e mesmo assim ninguém me indicou qualquer coisa. Você acha que em alguns dias, na parte nobre da cidade, irá se sair melhor?
...
– Você tem uma casa em uma cidade tranquila, uma noiva de muitos anos e um status de quase celebridade nos meios legais de Ratópolis. Para que se arriscar neste trabalho perigoso, longe de toda a sua vida?
...
– Mentira, foi só coincidência eu não estar lá. Você nunca se importou comigo, seu miserável frio e calculista.
...
– Em quase sete anos de guerra, você sempre viveu protegida no castelo. E quanto a mim? Eu presenciei o horror dos campos de batalha, encontrei vilas dizimadas pelas tropas soviéticas para minar a vontade do nosso povo, assisti soldados saqueando as casas e crianças chorando por seus pais e por fome.
...
– EU NUNCA VOU TE AJUDAR, SEU LOUCO!!!!
...
Para uma experiência completa, leiam sobre a maioria dos fatos citados na história:
- Mickey Mouse Mystery Magazine
http://www.gibiteca.com.br/DescricaoPortal.aspx?Code=0IOOI0
- Darkenblot - o Mancha das Trevas
http://www.gibiteca.com.br/DescricaoPortal.aspx?Code=0LJOM0
Mancha Neural : Ato 01 - Assassinos
08/05/2020 para download e leitura online.
sábado, 25 de abril de 2020
FINALMENTE!!!! Após 4 anos, está pronto...
Prezados,
Após 4 anos, adiamentos, problemas, desanimos, retomadas... Está pronto...
Com a conclusão HOJE do capítulo 19, acabei... (Os OK do lado do nome são os já revisados por terceiros)...
E agora???? Estou tentando me decidir como fazer... Finalmente lançar impresso OU adiar novamente o sonho para o próximo...
Aguardem novidades para breve... Mas sabem qual a doideira disso? Enquanto escrevia o ultimo capitulo, um novo livro, continuação direta deste, brotou na minha mente...
Mas o próximo que já tenho planejado não é Disney, mas um do grande Sherlock Holmes...
Após 4 anos, adiamentos, problemas, desanimos, retomadas... Está pronto...
Com a conclusão HOJE do capítulo 19, acabei... (Os OK do lado do nome são os já revisados por terceiros)...
E agora???? Estou tentando me decidir como fazer... Finalmente lançar impresso OU adiar novamente o sonho para o próximo...
Aguardem novidades para breve... Mas sabem qual a doideira disso? Enquanto escrevia o ultimo capitulo, um novo livro, continuação direta deste, brotou na minha mente...
Mas o próximo que já tenho planejado não é Disney, mas um do grande Sherlock Holmes...
terça-feira, 12 de novembro de 2019
Mancha Neural em produção...
Prezados,
Apesar de não saber ainda como será lançado, continuo produzindo meu próximo livro...
Como sempre, será um texto com muitas voltas no tempo, muitas explicações, muitas motivações...
Mas o formato será um pouco diferente...
Não quero estragar a surpresa, mas acredito que quem começar a ler, só vai conseguir parar no fim...
Intriga, guerra, amor, ódio, raiva, nascimentos, mortes, encontros e desencontros...
E a história?
Minha primeira incursão com o Mickey... em seu mais mortífero encontro com sua nemesis, o terrível Mancha Negra...
Mas existem muitos novos personagems... e hoje eu estava escrevendo exatamente sobre uma delas... Só posso dizer que não é a Karen...
--------------------------------------
Boris não era um tipo honesto, mas suas malandragens eram pequenas demais para chamar a atenção de alguém importante. Um contrabando aqui, um passaporte falso ali, nada que pudesse ofender alguém ou torna-lo uma ameaça. Boris valorizava a discrição e isso o mantinha vivo.
Com muito medo ainda, ele ergueu-se e olhou para trás, fitando a escuridão, procurando qualquer movimento. Não havia nada.
- Vadia desgra... - começou a falar consigo mesmo enquanto se virava novamente para frente, com a certeza de que havia escapado. Infelizmente para ele, a frase não pode ser completada.
A mulher estava parada quase colada a seu corpo. Com a mesma roupa e olhar que o atingiu mais forte que um murro.
No segundo seguinte, antes de conseguir falar ou fazer qualquer coisa, ela já o tinha agarrado pela camisa e o jogado com força contra a parede mais próxima. Em seguida, o segurou na parede apertando seu pescoço com o braço direito. Boris não conseguia reagir, apenas balbuciar:
- Moça, por... favor... eu não... fiz nada...
Impassível como uma profissional, ela simplesmente aproximou a boca bem perto de seu ouvido direito e disse:
- Onde ele está?
- Q-q-quemm??? - balbuciou enquanto tremia muito.
- Onde ele está? - repetiu com a voz mais grave.
- Moça... eu não...
Ela não repetiu ou explicou, simplesmente o jogou no chão como se fosse um saco de lixo. Em seguida caminhou de forma decidida até próximo a sua cabeça e falou novamente:
- Onde está seu último cliente? Sua última venda de passaporte falso.
Finalmente ele entendeu. O alvo era aquele sujeito estranho que havia encomendado diversos conjuntos de documentos. A esperança de escapar brotou em seu peito ao responder com toda a sinceridade:
- Ah, ele. Eu não se...
Antes de concluir a frase, ela já estava pisando em seu pescoço.
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Apesar de não saber ainda como será lançado, continuo produzindo meu próximo livro...
Como sempre, será um texto com muitas voltas no tempo, muitas explicações, muitas motivações...
Mas o formato será um pouco diferente...
Não quero estragar a surpresa, mas acredito que quem começar a ler, só vai conseguir parar no fim...
Intriga, guerra, amor, ódio, raiva, nascimentos, mortes, encontros e desencontros...
E a história?
Minha primeira incursão com o Mickey... em seu mais mortífero encontro com sua nemesis, o terrível Mancha Negra...
Mas existem muitos novos personagems... e hoje eu estava escrevendo exatamente sobre uma delas... Só posso dizer que não é a Karen...
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Boris não era um tipo honesto, mas suas malandragens eram pequenas demais para chamar a atenção de alguém importante. Um contrabando aqui, um passaporte falso ali, nada que pudesse ofender alguém ou torna-lo uma ameaça. Boris valorizava a discrição e isso o mantinha vivo.
Com muito medo ainda, ele ergueu-se e olhou para trás, fitando a escuridão, procurando qualquer movimento. Não havia nada.
- Vadia desgra... - começou a falar consigo mesmo enquanto se virava novamente para frente, com a certeza de que havia escapado. Infelizmente para ele, a frase não pode ser completada.
A mulher estava parada quase colada a seu corpo. Com a mesma roupa e olhar que o atingiu mais forte que um murro.
No segundo seguinte, antes de conseguir falar ou fazer qualquer coisa, ela já o tinha agarrado pela camisa e o jogado com força contra a parede mais próxima. Em seguida, o segurou na parede apertando seu pescoço com o braço direito. Boris não conseguia reagir, apenas balbuciar:
- Moça, por... favor... eu não... fiz nada...
Impassível como uma profissional, ela simplesmente aproximou a boca bem perto de seu ouvido direito e disse:
- Onde ele está?
- Q-q-quemm??? - balbuciou enquanto tremia muito.
- Onde ele está? - repetiu com a voz mais grave.
- Moça... eu não...
Ela não repetiu ou explicou, simplesmente o jogou no chão como se fosse um saco de lixo. Em seguida caminhou de forma decidida até próximo a sua cabeça e falou novamente:
- Onde está seu último cliente? Sua última venda de passaporte falso.
Finalmente ele entendeu. O alvo era aquele sujeito estranho que havia encomendado diversos conjuntos de documentos. A esperança de escapar brotou em seu peito ao responder com toda a sinceridade:
- Ah, ele. Eu não se...
Antes de concluir a frase, ela já estava pisando em seu pescoço.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Lançamento Oficial - Primeiro Capítulo do novíssimo livro "Mancha Neural"...
Boa noite pessoal,
Estou disponibilizando em capítulos o novo livro de Nova Patópolis:

Em nosso primeiro volume que tem o Mickey como protagonista, veremos o seu último encontro com seu nêmesis, o Mancha Negra... E a origem inédita do vilão...
Vou experimentar esse formato, liberando um capítulo por semana... E quando terminar, criarei o livro completo em todos os formatos...

Acessem a lista de capítulos no : Portal Gibiteca

Abraços e espero que gostem da novidade,
Daniel
Estou disponibilizando em capítulos o novo livro de Nova Patópolis:

Em nosso primeiro volume que tem o Mickey como protagonista, veremos o seu último encontro com seu nêmesis, o Mancha Negra... E a origem inédita do vilão...
Vou experimentar esse formato, liberando um capítulo por semana... E quando terminar, criarei o livro completo em todos os formatos...

Acessem a lista de capítulos no : Portal Gibiteca

Abraços e espero que gostem da novidade,
Daniel
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Lançamento Oficial - Nova Patópolis - O Tesouro de Spada
Boa noite Pessoal,
Trazemos hoje o mais novo romance do universo de Nova Patópolis, o fantástico:
Magistralmente redigido pelo amigo e escritor Gabriel Almeida, esse livro vem responder uma pergunta crucial:
O quê importa mais? Um tesouro ou a aventura para consegui-lo?
Acompanhem Patinhas Cintilante ao lado de Donald e seus sobrinhos em busca do mítico tesouro do Conde de Monte Cristo e vejam nossos personagens favoritos novamente em situações humanas em uma aventura de tirar o fôlego...
Agradeço a visita de todos os meus queridos leitores de Nova Patópolis... Espero que todos gostem desta obra do amigo Gabriel tanto quanto ele gostou de escrevê-la e eu de lê-la.
Na minha humilde opinião, essa história merece figurar na galeria de grandes clássicos Disney...
Um grande abraço a todos e boa leitura...
Daniel Alencar
Trazemos hoje o mais novo romance do universo de Nova Patópolis, o fantástico:
"O Tesouro de Spada"
Magistralmente redigido pelo amigo e escritor Gabriel Almeida, esse livro vem responder uma pergunta crucial:
O quê importa mais? Um tesouro ou a aventura para consegui-lo?
Acompanhem Patinhas Cintilante ao lado de Donald e seus sobrinhos em busca do mítico tesouro do Conde de Monte Cristo e vejam nossos personagens favoritos novamente em situações humanas em uma aventura de tirar o fôlego...
Agradeço a visita de todos os meus queridos leitores de Nova Patópolis... Espero que todos gostem desta obra do amigo Gabriel tanto quanto ele gostou de escrevê-la e eu de lê-la.
Na minha humilde opinião, essa história merece figurar na galeria de grandes clássicos Disney...
Um grande abraço a todos e boa leitura...
Daniel Alencar
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
O Tesouro de Spada... Alguns trechos e data do lançamento confirmada...
Boa noite pessoal,
Estou deixando com vocês mais alguns trechos da obra "O Tesouro de Spada"...
E aproveito para anunciar o lançamento oficial para 13/02, sexta-feira...
Está chegando...
Daniel
------------------------------------------------------------------------------------
...
Próximo do meio dia, quando Patinhas parou um pouco para almoçar, surgiu dona Cotinha, antiga secretária do seu pai e agora sua.
- Desculpe interromper patrão, mas o senhor me pediu para lembrá-lo do jantar hoje, no Clube dos Milionários.
Patinhas suspirou. Não se havia lembrado disso.
Ele sabia que seu pai fora sócio desse clube. Também sabia que ele não se orgulhava muito desse fato. Lá se reuniam as pessoas mais fúteis, mais materialistas, mais egoístas que ele conhecia. Dentre os membros, havia um que lhe despertava profunda aversão: Patacôncio. Como esse sentimento era recíproco, eles muitas vezes brigavam nos encontros, o que era mais uma razão para ele evitá-los. Mas naquele clube estavam pessoas com as quais era lucrativo fazer negócios e a perspectiva do lucro fazia Patinhas aguentá-las.
Quando Patinhas Cintilante assumiu os negócios do pai, fora convidado para se juntar ao clube. Ele sabia que, assim como o pai, não era querido lá, mas aceitou assim mesmo. Na verdade, não fazia lhe muita diferença ser ou não membro. Ele quase nunca o freqüentava. Entretanto, nesta noite estaria presente o sr. Ben Kalish, dono de enormes reservas de petróleo, com quem Patinhas tinha esperança de fazer uma parceria.
Depois de muito refletir, decidiu que o lucro valia à pena:
- Obrigado, dona Cotinha. Eu irei.
...
O tesouro a que Patinhas Cintilante se referia correspondia a mil lingotes de ouro de duas a três libras cada um, vinte e cinco mil escudos de ouro, enormes quantidades de pérolas, pedrarias e diamantes. Ele havia sido revelado a Edmond Dantès, o futuro conde de Monte Cristo, por seu colega de cela, o abade Faria.
Consistia na fortuna do cardeal italiano Spada. No final século XV, o papa Alexandre VI, antigo Rodrigo Bórgia, necessitava de dinheiro para enfrentar Luís XII da França, e seu filho, César Bórgia, também necessitava de dinheiro para concluir sua dominação da Itália.
Os dois estadistas tiveram então uma ideia que auxiliava enormemente seus propósitos: venderiam cargos de cardeais às famílias mais ricas da região, Spada e Rospigliosi. Lucrariam então com a venda dos postos e depois se apossariam das grandes fortunas dos dois cardeais, quando estes morressem.
Tudo correu bem e os infelizes cardeais morreram misteriosamente, após um jantar com os Bórgia. Entretanto, estes se viram com um problema: enquanto conseguiram se apoderar da grande fortuna do cardeal Rospigliosi, a do cardeal Spada havia desaparecido. De acordo com o livro, ela havia sido escondida na ilha de Monte Cristo, onde foi encontrada, séculos depois, por Edmond Dantès.
...
Desde muito cedo, o sr. Murdstone obrigara Flint a mendigar. Ele não entendia o porque disso, uma vez que o salário do tio deveria ser suficiente para a via modesta que levavam. O problema é que o tio destinava esse a outros fins. Apaixonado pelo jogo, ele sempre afirmava que um dia enriqueceria.
O problema era que, sempre que ganhava alguma coisa, ou gastava com prostitutas e bebidas mais “finas”, ou continuava apostando e perdia, voltando para casa revoltado e endividado. Ele descontava então no sobrinho e na esposa. A renda da família, portanto, era praticamente só o que Flint ganhava com a mendicância.
No dia seguinte, Flint acordara muito triste. Não queria mendigar no sábado, dia em que todos os outros meninos tinham folga. Se ele os visse, ficaria com inveja deles e, se eles o vissem, ririam dele. Mas temia a ira do tio e isso lhe deu forças para se levantar.
...
O Chateau de Monte-Cristo, ou Castelo de Monte-Cristo, foi construído por Alexandre Dumas em 1844. Localizado em Port-Marly, ele corresponde a um castelo renascentista, onde o autor morava, um castelo gótico completo (até com um fosso em miniatura), onde ele escrevia, e um parque fabuloso, repleto de árvores, cavernas, rochas e cachoeiras artificiais.
Infelizmente, o escritor foi forçado a vendê-lo por causa de dívidas em 1851. Desde então, ele teve vários donos e foi decaindo gradativamente. Em 1970, dois grupos, o Syndicat intercommunal de Monte-Cristo e a Société des Amis d’Alexandre Dumas trabalharam para impedir sua demolição e reconstruí-lo.
Naquele domingo, era para lá que Patinhas Cintilante e seus companheiros se dirigiam. Depois de pagarem a entrada e escolherem uma visita sem guia (era melhor para suas investigações), eles entraram na propriedade.
...
Estou deixando com vocês mais alguns trechos da obra "O Tesouro de Spada"...
E aproveito para anunciar o lançamento oficial para 13/02, sexta-feira...
Está chegando...
Daniel
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Próximo do meio dia, quando Patinhas parou um pouco para almoçar, surgiu dona Cotinha, antiga secretária do seu pai e agora sua.
- Desculpe interromper patrão, mas o senhor me pediu para lembrá-lo do jantar hoje, no Clube dos Milionários.
Patinhas suspirou. Não se havia lembrado disso.
Ele sabia que seu pai fora sócio desse clube. Também sabia que ele não se orgulhava muito desse fato. Lá se reuniam as pessoas mais fúteis, mais materialistas, mais egoístas que ele conhecia. Dentre os membros, havia um que lhe despertava profunda aversão: Patacôncio. Como esse sentimento era recíproco, eles muitas vezes brigavam nos encontros, o que era mais uma razão para ele evitá-los. Mas naquele clube estavam pessoas com as quais era lucrativo fazer negócios e a perspectiva do lucro fazia Patinhas aguentá-las.
Quando Patinhas Cintilante assumiu os negócios do pai, fora convidado para se juntar ao clube. Ele sabia que, assim como o pai, não era querido lá, mas aceitou assim mesmo. Na verdade, não fazia lhe muita diferença ser ou não membro. Ele quase nunca o freqüentava. Entretanto, nesta noite estaria presente o sr. Ben Kalish, dono de enormes reservas de petróleo, com quem Patinhas tinha esperança de fazer uma parceria.
Depois de muito refletir, decidiu que o lucro valia à pena:
- Obrigado, dona Cotinha. Eu irei.
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O tesouro a que Patinhas Cintilante se referia correspondia a mil lingotes de ouro de duas a três libras cada um, vinte e cinco mil escudos de ouro, enormes quantidades de pérolas, pedrarias e diamantes. Ele havia sido revelado a Edmond Dantès, o futuro conde de Monte Cristo, por seu colega de cela, o abade Faria.
Consistia na fortuna do cardeal italiano Spada. No final século XV, o papa Alexandre VI, antigo Rodrigo Bórgia, necessitava de dinheiro para enfrentar Luís XII da França, e seu filho, César Bórgia, também necessitava de dinheiro para concluir sua dominação da Itália.
Os dois estadistas tiveram então uma ideia que auxiliava enormemente seus propósitos: venderiam cargos de cardeais às famílias mais ricas da região, Spada e Rospigliosi. Lucrariam então com a venda dos postos e depois se apossariam das grandes fortunas dos dois cardeais, quando estes morressem.
Tudo correu bem e os infelizes cardeais morreram misteriosamente, após um jantar com os Bórgia. Entretanto, estes se viram com um problema: enquanto conseguiram se apoderar da grande fortuna do cardeal Rospigliosi, a do cardeal Spada havia desaparecido. De acordo com o livro, ela havia sido escondida na ilha de Monte Cristo, onde foi encontrada, séculos depois, por Edmond Dantès.
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Desde muito cedo, o sr. Murdstone obrigara Flint a mendigar. Ele não entendia o porque disso, uma vez que o salário do tio deveria ser suficiente para a via modesta que levavam. O problema é que o tio destinava esse a outros fins. Apaixonado pelo jogo, ele sempre afirmava que um dia enriqueceria.
O problema era que, sempre que ganhava alguma coisa, ou gastava com prostitutas e bebidas mais “finas”, ou continuava apostando e perdia, voltando para casa revoltado e endividado. Ele descontava então no sobrinho e na esposa. A renda da família, portanto, era praticamente só o que Flint ganhava com a mendicância.
No dia seguinte, Flint acordara muito triste. Não queria mendigar no sábado, dia em que todos os outros meninos tinham folga. Se ele os visse, ficaria com inveja deles e, se eles o vissem, ririam dele. Mas temia a ira do tio e isso lhe deu forças para se levantar.
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O Chateau de Monte-Cristo, ou Castelo de Monte-Cristo, foi construído por Alexandre Dumas em 1844. Localizado em Port-Marly, ele corresponde a um castelo renascentista, onde o autor morava, um castelo gótico completo (até com um fosso em miniatura), onde ele escrevia, e um parque fabuloso, repleto de árvores, cavernas, rochas e cachoeiras artificiais.
Infelizmente, o escritor foi forçado a vendê-lo por causa de dívidas em 1851. Desde então, ele teve vários donos e foi decaindo gradativamente. Em 1970, dois grupos, o Syndicat intercommunal de Monte-Cristo e a Société des Amis d’Alexandre Dumas trabalharam para impedir sua demolição e reconstruí-lo.
Naquele domingo, era para lá que Patinhas Cintilante e seus companheiros se dirigiam. Depois de pagarem a entrada e escolherem uma visita sem guia (era melhor para suas investigações), eles entraram na propriedade.
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Super Entrevista com Gabriel Almeida, autor de "O Tesouro de Spada"... E alguns trechos de sua obra...
Boa tarde pessoal,
Estou trazendo hoje uma super entrevista com Gabriel Almeida, um grande amigo e autor da próxima crônica de Nova Patópolis, "O TESOURO DE SPADA"...
Como leitor em primeira mão, posso afirmar que o Gabriel captou o espírito e a ideia de Nova Patópolis e criou uma história de caça ao tesouro humana, interessante e redentora...
Fiquem agora com nosso autor e logo abaixo, alguns trechos de sua obra...
1) Bom dia Gabriel Almeida. Antes de mais nada, agradeço a oportunidade das pessoas conhecerem um pouco sobre o mais novo escritor do Universo Nova Patópolis e com certeza, de seus próprios personagens no futuro. Tudo bem com você?
R. Tudo bem, Daniel. Eu que agradeço por esta entrevista.
2) Gabriel, conte um pouco sobre suas experiências com a leitura e como elas influenciaram sua formação.
Bem, desde muito pequeno eu gosto de ler. Este traço eu tenho que agradecer aos meus pais (e uma infinidade de outras coisas também). Eles liam para mim revistinhas da Turma da Mônica e da Disney e os livros do Monteiro Lobato e foi daí que eu fiquei apaixonado pela leitura. Logo que eu aprendi a ler e escrever, passou a não haver revista em minha casa em que eu não tivesse colocado as mãos (e os olhos, evidentemente). Em pouco tempo, eu me interessei também pelos livros, primeiro por aqueles com figuras (porque eram mais fáceis e muito mais interessantes pra mim). Depois elas passaram a ter pouca importância. Hoje eu posso dizer que uma das minhas atividades preferidas é a leitura e é difícil eu ficar mais de uma semana sem ao menos ler um pedacinho que seja de um livro.
3) Quais seus autores e histórias favoritas e por que?
Os meus autores favoritos são Alexandre Dumas, Père, Júlio Verne, Robert Louis Stevenson, Arthur Conan Doyle, Agatha Christie e Charles Dickens. Já dá para perceber que eu gosto de livros mais antigos e, sobretudo, de aventuras. Exatamente. Eles agradam muito à minha natureza inquieta e aventureira. Embora muitos conhecidos meus questionem esse meu gosto, dizendo que são livros infantis, sem profundidade, escritos com intuitos comerciais etc, eu sou forçado a discordar. Isso pode até parecer meio estranho, mas eu encontrei muito mais sabedoria (sabedoria mesmo) e até conhecimentos sobre as emoções humanas nestes livros do que em muitos outros que são considerados obras primas da literatura e da intelectualidade. O meu blog “Piratas e Mosqueteiros”, foi criado exatamente para defender a qualidade desse tipo de livros.
4) O quê você acha da Internet, dos livros virtuais e dos scans como meio de propagação da cultura?
Eu sou um dos maiores defensores da propagação da cultura na Internet. Grande parte dos livros que possuo só foi encontrada virtualmente na Internet. Eu os procurava em livrarias e sempre ouvia que eles estavam esgotados, que suas editoras tinham fechado ou até mesmo que eles nunca tinham sido vendidos no Brasil (coisa que eu sabia que não era verdade). Quase todas as revistas que possuo, também foram encontradas nela e muitas destas eram também quase impossíveis de se encontrar em lojas.
5) Como foi seu contato com o Universo de Nova Patópolis?
Meu contato com o Universo de Nova Patópolis foi através do blog maravilhoso “Chutinosaco”, do Luiz Dias. Eu já freqüentava ele há um tempo e via algumas referências a esses livros, que eu achava muito curiosos. Graças a ele, conheci o site igualmente fantástico da Gibiteca, que também passei a visitar frequentemente. Certo dia, encontrei aqueles livros nesse site também. Imagine a minha surpresa quando descobri que o “dono” do site era o autor deles. Resolvi então lê-los, e posso dizer que foi uma das melhores leituras que tive na época (época não é a melhor palavra, já que eu terminei todos os três principais em um dia e “A Vingança de Janus” no dia seguinte).
6) Qual seu personagem preferido na saga e por quê?
O meu personagem preferido em toda a saga é o Donald. Eu o acho o mais humano deles, aquele com quem é mais possível se identificar. Ele se importa com sua família e com sua namorada, tem problemas e dúvidas como todos nós, mas também tem coragem para seguir em frente.
7) Como surgiu a vontade e a idéia de escrever um livro de Nova Patópolis?
Desde pequeno eu sempre tive uma imaginação muito fértil. Eu desenhava histórias inteiras que eu imaginava em cadernos, criava outras com os meus bonequinhos Playmobil, me imaginava participando das histórias que tinha lido. Por causa disso, sempre tive o sonho secreto de ser escritor. Infelizmente, eu nunca tive tanta coragem para isso, sempre ouvia que isso era difícil, que a literatura não era valorizada no país, que eu ia ter mais prejuízo do que lucro. Ainda tinha o problema que o estilo de livro que eu queria escrever não era exatamente dos mais apreciados, diziam que era antiquado, sem graça e sem qualquer relação com a realidade brasileira. Isso era bem desanimador.
Isso mudou quando descobri os livros da Nova Patópolis. Além de eles terem me dado coragem para escrever, eles me mostraram uma possibilidade que eu nunca tinha considerado antes. Lançar meus livros virtualmente. Isso resolvia todos os meus problemas. Não haveria problema de prejuízo, afinal de contas eu decidi nem cobrar por eles (já que a escrita sempre foi uma diversão pra mim); a divulgação seria mais fácil e se alguém não gostasse do estilo nem ia precisar de se importar com eles.
Vamos voltar agora para o meu livro da Nova Patópolis. Assim como quando eu era pequeno, eu comecei a imaginar as minhas próprias histórias nesse Universo. Uma delas foi tomando mais forma, eu fui explorando ela mais e mais até que por fim eu decidi escrevê-la. Ia ser até apropriado. O primeiro livro que eu ia escrever teria uma relação com aqueles que me deram coragem para fazer isso.
8) O quê podemos esperar do seu livro "O Tesouro de Spada"?
Das histórias Disney, as caças ao tesouro do Tio Patinhas criadas pelo Carl Barks e depois pelo Don Rosa sempre foram as minhas preferidas. Elas não só davam asas à minha imaginação e agradavam ao meu espírito aventureiro (não que eu seja um Indiana Jones, mas sou incapaz de ficar quieto), mas também davam chances para os personagens mostrarem a sua personalidade.
O Tio Patinhas, então, sempre mostrava um lado mais humano nessas histórias.
O meu livro então segue o estilo deles, embora tratando de questões um pouco mais profundas, que é uma das coisas que o Universo da Nova Patópolis permite. É uma história inicialmente envolvendo uma caça ao tesouro, mas em que o principal é explorar as relações entre os personagens. Nesse caso, Patinhas Cintilante, Donald e os sobrinhos e alguns outros (que não vou revelar) que não foram utilizados ainda no Universo da Nova Patópolis. Também vão haver várias referências aos livros e revistas que já li, sendo o próprio tesouro do título uma homenagem ao meu livro preferido, “O Conde de Monte Cristo”.
9) Tem outras idéia e pretende escrever novas histórias?
VÁRIAS. A minha cabeça é igual ao meu corpo, não consegue ficar quieta nem um segundo. Pretendo escrever em um futuro próximo mais um livro da Nova Patópolis, desta vez com um dos meus personagens Disney preferidos: Darkwing Duck. Tenho também algumas ideias para mais alguns livros nesse universo, mas elas ainda não estão bem desenvolvidas. Também pretendo escrever outros livros à parte. Tenho dois que já estão quase prontos na minha mente: um livro de aventuras cheio de lutas de espada na época das revoluções da Inglaterra e uma história de mistério no estilo Agatha Christie.
10) Obrigado pela atenção Gabriel. Por favor deixe uma mensagem para os leitores e fans de Nova Patópolis.
Eu primeiro lugar queria te agradecer, Daniel, pela entrevista e por ter me deixado escrever este livro. Foi a realização de um sonho. Agora, eu só quero dizer que torço para todos que leiam o meu livro gostem dele o tanto quanto eu gostei de escrevê-lo.
...
- Ele falou muito bem da senhora no diário. Por que a senhora era tão boa com ele também? A maioria dos empregados parece que o detestava.
Ela deu uma risadinha.
- É, ele não era muito querido por todos. Mas eu... eu gostava dele... Não, não é dessa forma que o senhor está pensando – Ela apressou-se em dizer, depois de reparar na expressão de surpresa dele.
– Eu tinha um pouco de pena, mais de uma vez o peguei olhando para as fotos das irmãs, com uma expressão muito triste. Dava para ver que mesmo com todo o dinheiro, ele não era muito feliz. Eu me sentia mais ou menos como uma irmã mais velha. Fui eu quem falou pra ele convidar o Donald e os meninos naquele Natal.
...
Estudiosos...
Rapidamente Patinhas pesquisou os estudiosos de Dumas. Em pouco tempo, encontrou o que queria: “Jules Fèval, maior autoridade em Alexandre Dumas”. Havia também o endereço e o telefone.
- Bem Patinhas, está na hora de provar que é filho do seu pai – Disse para si mesmo.
O problema agora era decidir quem iria acompanhá-lo na expedição. Ou melhor, o problema era convencer quem ele queria a acompanhá-lo.
...
- ATÉ QUE ENFIM VOCÊ CHEGOU! QUEM LHE DEIXOU FICAR FORA ATÉ TÃO TARDE?
Ele tentou explicar que fora o tio quem o mandara, mas não teve chance.
- NÃO INTERESSA! VAMOS, PASSE O DINHEIRO – E, vendo como ele tinha pouco, explodiu – SÓ ISSO? O QUE VOCÊ FEZ COM O RESTO?
- É... é só isso...
- MENTIRA! VOCÊ ESTÁ MENTINDO, COMO TODO MUNDO DESSA SUA RAÇA MALDITA, COMO TODOS ESSES MALDITOS HOLANDESES! – Gritou e deu um tapa em Flint. E outro. E outro...
...
- Não se preocupe primo. Já achamos pistas mais difíceis do que essa. – Disseram os meninos.
- Lembram daquela vez que a gente foi atrás da Pedra Filosofal? Primeiro nós fomos pra Alemanha, depois pra Roma, depois pra Sicília, depois pra Damasco, depois pra Bagdá e depois pra Creta. E ainda acabamos dentro do labirinto! – Disse Huguinho.
- É! E aquela vez que procuramos o tesouro de Sir Quackius, no castelo do tio, na Escócia? – Lembrou Zezinho.
- E quando procuramos o “Holandês Voador” com ele? – Lembrou Luisinho.
- E teve aquela do Vale do Sol Dourado, que eu participei. – Disse o capitão Boeing, com orgulho.
- Também teve aquela vez... que ele me mandou investigar os naufrágios que estavam acontecendo com os navios de ouro dele, que eram coisa dos Metralhas. – Foi Donald quem disse dessa vez.
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Estou trazendo hoje uma super entrevista com Gabriel Almeida, um grande amigo e autor da próxima crônica de Nova Patópolis, "O TESOURO DE SPADA"...
Como leitor em primeira mão, posso afirmar que o Gabriel captou o espírito e a ideia de Nova Patópolis e criou uma história de caça ao tesouro humana, interessante e redentora...
Fiquem agora com nosso autor e logo abaixo, alguns trechos de sua obra...
1) Bom dia Gabriel Almeida. Antes de mais nada, agradeço a oportunidade das pessoas conhecerem um pouco sobre o mais novo escritor do Universo Nova Patópolis e com certeza, de seus próprios personagens no futuro. Tudo bem com você?
R. Tudo bem, Daniel. Eu que agradeço por esta entrevista.
2) Gabriel, conte um pouco sobre suas experiências com a leitura e como elas influenciaram sua formação.
Bem, desde muito pequeno eu gosto de ler. Este traço eu tenho que agradecer aos meus pais (e uma infinidade de outras coisas também). Eles liam para mim revistinhas da Turma da Mônica e da Disney e os livros do Monteiro Lobato e foi daí que eu fiquei apaixonado pela leitura. Logo que eu aprendi a ler e escrever, passou a não haver revista em minha casa em que eu não tivesse colocado as mãos (e os olhos, evidentemente). Em pouco tempo, eu me interessei também pelos livros, primeiro por aqueles com figuras (porque eram mais fáceis e muito mais interessantes pra mim). Depois elas passaram a ter pouca importância. Hoje eu posso dizer que uma das minhas atividades preferidas é a leitura e é difícil eu ficar mais de uma semana sem ao menos ler um pedacinho que seja de um livro.
3) Quais seus autores e histórias favoritas e por que?
Os meus autores favoritos são Alexandre Dumas, Père, Júlio Verne, Robert Louis Stevenson, Arthur Conan Doyle, Agatha Christie e Charles Dickens. Já dá para perceber que eu gosto de livros mais antigos e, sobretudo, de aventuras. Exatamente. Eles agradam muito à minha natureza inquieta e aventureira. Embora muitos conhecidos meus questionem esse meu gosto, dizendo que são livros infantis, sem profundidade, escritos com intuitos comerciais etc, eu sou forçado a discordar. Isso pode até parecer meio estranho, mas eu encontrei muito mais sabedoria (sabedoria mesmo) e até conhecimentos sobre as emoções humanas nestes livros do que em muitos outros que são considerados obras primas da literatura e da intelectualidade. O meu blog “Piratas e Mosqueteiros”, foi criado exatamente para defender a qualidade desse tipo de livros.
4) O quê você acha da Internet, dos livros virtuais e dos scans como meio de propagação da cultura?
Eu sou um dos maiores defensores da propagação da cultura na Internet. Grande parte dos livros que possuo só foi encontrada virtualmente na Internet. Eu os procurava em livrarias e sempre ouvia que eles estavam esgotados, que suas editoras tinham fechado ou até mesmo que eles nunca tinham sido vendidos no Brasil (coisa que eu sabia que não era verdade). Quase todas as revistas que possuo, também foram encontradas nela e muitas destas eram também quase impossíveis de se encontrar em lojas.
5) Como foi seu contato com o Universo de Nova Patópolis?
Meu contato com o Universo de Nova Patópolis foi através do blog maravilhoso “Chutinosaco”, do Luiz Dias. Eu já freqüentava ele há um tempo e via algumas referências a esses livros, que eu achava muito curiosos. Graças a ele, conheci o site igualmente fantástico da Gibiteca, que também passei a visitar frequentemente. Certo dia, encontrei aqueles livros nesse site também. Imagine a minha surpresa quando descobri que o “dono” do site era o autor deles. Resolvi então lê-los, e posso dizer que foi uma das melhores leituras que tive na época (época não é a melhor palavra, já que eu terminei todos os três principais em um dia e “A Vingança de Janus” no dia seguinte).
6) Qual seu personagem preferido na saga e por quê?
O meu personagem preferido em toda a saga é o Donald. Eu o acho o mais humano deles, aquele com quem é mais possível se identificar. Ele se importa com sua família e com sua namorada, tem problemas e dúvidas como todos nós, mas também tem coragem para seguir em frente.
7) Como surgiu a vontade e a idéia de escrever um livro de Nova Patópolis?
Desde pequeno eu sempre tive uma imaginação muito fértil. Eu desenhava histórias inteiras que eu imaginava em cadernos, criava outras com os meus bonequinhos Playmobil, me imaginava participando das histórias que tinha lido. Por causa disso, sempre tive o sonho secreto de ser escritor. Infelizmente, eu nunca tive tanta coragem para isso, sempre ouvia que isso era difícil, que a literatura não era valorizada no país, que eu ia ter mais prejuízo do que lucro. Ainda tinha o problema que o estilo de livro que eu queria escrever não era exatamente dos mais apreciados, diziam que era antiquado, sem graça e sem qualquer relação com a realidade brasileira. Isso era bem desanimador.
Isso mudou quando descobri os livros da Nova Patópolis. Além de eles terem me dado coragem para escrever, eles me mostraram uma possibilidade que eu nunca tinha considerado antes. Lançar meus livros virtualmente. Isso resolvia todos os meus problemas. Não haveria problema de prejuízo, afinal de contas eu decidi nem cobrar por eles (já que a escrita sempre foi uma diversão pra mim); a divulgação seria mais fácil e se alguém não gostasse do estilo nem ia precisar de se importar com eles.
Vamos voltar agora para o meu livro da Nova Patópolis. Assim como quando eu era pequeno, eu comecei a imaginar as minhas próprias histórias nesse Universo. Uma delas foi tomando mais forma, eu fui explorando ela mais e mais até que por fim eu decidi escrevê-la. Ia ser até apropriado. O primeiro livro que eu ia escrever teria uma relação com aqueles que me deram coragem para fazer isso.
8) O quê podemos esperar do seu livro "O Tesouro de Spada"?
Das histórias Disney, as caças ao tesouro do Tio Patinhas criadas pelo Carl Barks e depois pelo Don Rosa sempre foram as minhas preferidas. Elas não só davam asas à minha imaginação e agradavam ao meu espírito aventureiro (não que eu seja um Indiana Jones, mas sou incapaz de ficar quieto), mas também davam chances para os personagens mostrarem a sua personalidade.
O Tio Patinhas, então, sempre mostrava um lado mais humano nessas histórias.
O meu livro então segue o estilo deles, embora tratando de questões um pouco mais profundas, que é uma das coisas que o Universo da Nova Patópolis permite. É uma história inicialmente envolvendo uma caça ao tesouro, mas em que o principal é explorar as relações entre os personagens. Nesse caso, Patinhas Cintilante, Donald e os sobrinhos e alguns outros (que não vou revelar) que não foram utilizados ainda no Universo da Nova Patópolis. Também vão haver várias referências aos livros e revistas que já li, sendo o próprio tesouro do título uma homenagem ao meu livro preferido, “O Conde de Monte Cristo”.
9) Tem outras idéia e pretende escrever novas histórias?
VÁRIAS. A minha cabeça é igual ao meu corpo, não consegue ficar quieta nem um segundo. Pretendo escrever em um futuro próximo mais um livro da Nova Patópolis, desta vez com um dos meus personagens Disney preferidos: Darkwing Duck. Tenho também algumas ideias para mais alguns livros nesse universo, mas elas ainda não estão bem desenvolvidas. Também pretendo escrever outros livros à parte. Tenho dois que já estão quase prontos na minha mente: um livro de aventuras cheio de lutas de espada na época das revoluções da Inglaterra e uma história de mistério no estilo Agatha Christie.
10) Obrigado pela atenção Gabriel. Por favor deixe uma mensagem para os leitores e fans de Nova Patópolis.
Eu primeiro lugar queria te agradecer, Daniel, pela entrevista e por ter me deixado escrever este livro. Foi a realização de um sonho. Agora, eu só quero dizer que torço para todos que leiam o meu livro gostem dele o tanto quanto eu gostei de escrevê-lo.
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- Ele falou muito bem da senhora no diário. Por que a senhora era tão boa com ele também? A maioria dos empregados parece que o detestava.
Ela deu uma risadinha.
- É, ele não era muito querido por todos. Mas eu... eu gostava dele... Não, não é dessa forma que o senhor está pensando – Ela apressou-se em dizer, depois de reparar na expressão de surpresa dele.
– Eu tinha um pouco de pena, mais de uma vez o peguei olhando para as fotos das irmãs, com uma expressão muito triste. Dava para ver que mesmo com todo o dinheiro, ele não era muito feliz. Eu me sentia mais ou menos como uma irmã mais velha. Fui eu quem falou pra ele convidar o Donald e os meninos naquele Natal.
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Estudiosos...
Rapidamente Patinhas pesquisou os estudiosos de Dumas. Em pouco tempo, encontrou o que queria: “Jules Fèval, maior autoridade em Alexandre Dumas”. Havia também o endereço e o telefone.
- Bem Patinhas, está na hora de provar que é filho do seu pai – Disse para si mesmo.
O problema agora era decidir quem iria acompanhá-lo na expedição. Ou melhor, o problema era convencer quem ele queria a acompanhá-lo.
...
- ATÉ QUE ENFIM VOCÊ CHEGOU! QUEM LHE DEIXOU FICAR FORA ATÉ TÃO TARDE?
Ele tentou explicar que fora o tio quem o mandara, mas não teve chance.
- NÃO INTERESSA! VAMOS, PASSE O DINHEIRO – E, vendo como ele tinha pouco, explodiu – SÓ ISSO? O QUE VOCÊ FEZ COM O RESTO?
- É... é só isso...
- MENTIRA! VOCÊ ESTÁ MENTINDO, COMO TODO MUNDO DESSA SUA RAÇA MALDITA, COMO TODOS ESSES MALDITOS HOLANDESES! – Gritou e deu um tapa em Flint. E outro. E outro...
...
- Não se preocupe primo. Já achamos pistas mais difíceis do que essa. – Disseram os meninos.
- Lembram daquela vez que a gente foi atrás da Pedra Filosofal? Primeiro nós fomos pra Alemanha, depois pra Roma, depois pra Sicília, depois pra Damasco, depois pra Bagdá e depois pra Creta. E ainda acabamos dentro do labirinto! – Disse Huguinho.
- É! E aquela vez que procuramos o tesouro de Sir Quackius, no castelo do tio, na Escócia? – Lembrou Zezinho.
- E quando procuramos o “Holandês Voador” com ele? – Lembrou Luisinho.
- E teve aquela do Vale do Sol Dourado, que eu participei. – Disse o capitão Boeing, com orgulho.
- Também teve aquela vez... que ele me mandou investigar os naufrágios que estavam acontecendo com os navios de ouro dele, que eram coisa dos Metralhas. – Foi Donald quem disse dessa vez.
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sábado, 10 de janeiro de 2015
O Tesouro de Spada
Boa noite pessoal...
Em breve, os fans de Nova Patópolis serão brindados com uma novidade...
A primeira história criada pelo amigo e escritor Gabriel Almeida...
Uma caça ao tesouro ao estilo de Carl Barks, com Patinhas Cintilante, Donald e seus sobrinhos...
Em breve, maiores informações...
Abraços a todos,
Daniel Alencar
Em breve, os fans de Nova Patópolis serão brindados com uma novidade...
A primeira história criada pelo amigo e escritor Gabriel Almeida...
Uma caça ao tesouro ao estilo de Carl Barks, com Patinhas Cintilante, Donald e seus sobrinhos...
Em breve, maiores informações...
Abraços a todos,
Daniel Alencar
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Cérebro Negro...
Boa tarde pessoal,
Primeiro agradeço de coração aos meus leitores antigos e novos (não tem dia sem acesso a Nova Patópolis)...
Segundo, vou deixar a primeira prévia do meu próximo livro...
Nesse livro, vou abandonar o universo dos patos e me focar no dos ratos... Sim, será o primeiro romance que terá como personagem principal o grande Mickey...
Um Mickey muito próximos ao detetive da série "Mickey Mouse Mystery Magazine"...
Mas e a história?
Diversos assassinatos de empresários, políticos e milionários chamam a atenção do FBI que convoca Mickey para encontrar o responsável...
Para os agentes, tudo leva a crer que o culpado é um dos terroristas mais procurados do mundo, conhecido como Mancha Negra, que foi avistado no Leste Europeu após fugir da prisão de segurança máxima de Avangard City...
Mas o quê Mickey nunca esperaria, era que o plano atual do Mancha, é muito maior e terrível do quê qualquer um poderia imaginar... E quê para detê-lo, talvez o custo seja muito elevado...
Com a inédita origem do vilão...
Abraços a todos,
Daniel Alencar
Fiquem com os primeiros trechos:
...
A sala de Mickey não possuía muita coisa e ele preferia assim, para facilitar a limpeza.
Um sofá marrom de três lugares, uma estante média onde ficava um aparelho de televisão, DVD´s e livros, uma mesinha ao lado do sofá com um abajur e uma mesinha de centro onde ele deixava fotos de amigos e pessoas que valiam a pena ser lembradas.
Sentando-se de forma esparramada no sofá, era impossível não olhar as fotos, um ritual que não incomodava Mickey nem um pouco. Ele adorava rever os rostos das pessoas estampadas em suas lembranças impressas.
As mais queridas não envolvem casos ou aventuras, e sim seus amigos únicos e insubstituíveis.
Minnie ocupa um local de destaque quase no centro da mesa, e Pateta aparece em uma foto juntamente com ele durante uma viagem. Outra tirada pelo Coronel Cintra inclui Mickey com Minnie, Pateta, Horácio e Clarabela.
Além delas, uma foto de seu grande amigo Donald junto com os três sobrinhos e a irmã é uma das mais lembradas. Foi tirada durante férias em Patópolis, onde Mickey hospedou-se na casa dele. Uma outra mais recente é do dia do casamento de Donald e Karen, que na opinião de Mickey, formam um belo casal.
...
Repentinamente, o silêncio foi quebrado por uma voz grossa e imponente:
- Que interessante, tenho visitas.
Ambos olharam em direção ao alto da escada. Mickey ficou em alerta e Natasha apontou a arma direto para a porta que estava se abrindo devagar. Alguns segundos depois, um vulto vestido inteiramente com uma roupa negra de gola, máscara e garras afiadas apareceu.
Mickey o conhecia melhor do quê ninguém e a última vez que o viu assim, eles estavam em Avangard City. Natasha já havia visto fotos deste uniforme, mas isto não evitou que seu coração acelerasse ao visualizar aquela tétrica roupa.
- Como dizem por aí, a vida é cheia de surpresas. De todos os seres humanos deste planeta podre, estão aqui os dois que eu nunca esperaria ver hoje - disse o vulto, começando a descer a escada.
Mickey estava aguardando a ação dele. Como estava desarmado, tinha que confiar na agente Bykov caso o Mancha tivesse uma arma e foi enquanto pensava sobre qual seria a melhor coisa a fazer que seu raciocínio foi quebrado por Natasha.
- TIRE A MÁSCARA! - gritou ela, enquanto apontava a arma para a cabeça do vilão.
- Nossa, quanta intimidade - respondeu o Mancha calmamente.
- TIRE A MÁSCARA AGORA!!! - gritou novamente.
Mickey não entendeu a atitude dela, mas imaginou que não era hora de questioná-la. A situação em que eles se encontravam era extremamente delicada.
- Tudo bem - disse o Mancha, ainda descendo a escada.
- Eu nunca consegui te negar nada, não é? - perguntou ele colocando as mãos para trás e se preparando para retirar o capuz.
- Acredite, é um imenso prazer te rever... - dizia ao mesmo tempo em que exibia o rosto.
- ...Tasha.
...
Ao notar que quem ela procurava não estava no corredor, andou nervosamente em direção ao pátio. Chegando lá, viu Dmitri a distância, sentado tranquilamente em um banco lendo um livro, o quê a deixou inconformada a ponto de ir até ele bufando.
- Não acredito nisso - disse ela em um tom nada amigável.
- Não acredita em quê, Tasha? - foi a resposta dele, sem nem levantar os olhos do livro.
- Que você está lendo uma das suas porcarias incompreensíveis.
- Nietzsche é fascinante, você deveria experimentar - disse ele, ao mesmo tempo que marcava a página e fechava o livro.
- Eu nem tenho tempo para estudar para as provas e você... você... - reclamava ela, arfando e com raiva.
- Não entendo sua raiva, Tasha - respondeu Dmitri com um sorriso cínico.
- Você sabe que odeio esse seu sorriso - disse ela com um olhar fulminante.
- Mas o quê posso fazer? Eu terminei a prova de duas horas em vinte e seis minutos e decidi esperar vocês aqui fora. Enquanto isso, estou lendo algo que abra minha mente.
- Eu sei - falou Natasha conformada, para em seguida sentar-se ao lado dele no banco.
...
- Meu amorzinho aprendeu bem - disse ele gemendo e com um sorriso, enquanto pressionava o local onde fora atingido.
- M-M-Mickey? - disse ela ainda tossindo um pouco.
- Claro que sou eu.
A voz era de Mickey realmente, mas ela continuava não reconhecendo o tom e muito menos o olhar dele e antes que ela pudesse falar qualquer coisa, ele saltou em sua direção.
Minnie não conseguiu reagir e recebeu diretamente o impacto do peso dele em cima de seu corpo. Com toda a tranquilidade, Mickey soltou a pistola no chão, virou Minnie para cima, sentou-se na barriga dela e segurou novamente seu pescoço com a mão esquerda, mas sem apertar.
- Não grite, tudo bem? Eu não vou te machucar, só fique quietinha - pediu ele.
- É você mesmo? Por quê está fazendo isto comigo? - perguntou ela com a voz embargada.
- Por quê é necessário. Quer uma prova de que sou eu mesmo?
- Enquanto você chorava achando que íamos morrer no fundo daquele poço, eu te prometi que iríamos sair de lá e que nunca mais você se sentiria sozinha, pois eu sempre estaria por perto.
Minnie arregalou os olhos, pois apenas Mickey teria como saber disto.
...
Primeiro agradeço de coração aos meus leitores antigos e novos (não tem dia sem acesso a Nova Patópolis)...
Segundo, vou deixar a primeira prévia do meu próximo livro...
Cérebro Negro
Nesse livro, vou abandonar o universo dos patos e me focar no dos ratos... Sim, será o primeiro romance que terá como personagem principal o grande Mickey...
Um Mickey muito próximos ao detetive da série "Mickey Mouse Mystery Magazine"...
Mas e a história?
Diversos assassinatos de empresários, políticos e milionários chamam a atenção do FBI que convoca Mickey para encontrar o responsável...
Para os agentes, tudo leva a crer que o culpado é um dos terroristas mais procurados do mundo, conhecido como Mancha Negra, que foi avistado no Leste Europeu após fugir da prisão de segurança máxima de Avangard City...
Mas o quê Mickey nunca esperaria, era que o plano atual do Mancha, é muito maior e terrível do quê qualquer um poderia imaginar... E quê para detê-lo, talvez o custo seja muito elevado...
Com a inédita origem do vilão...
Abraços a todos,
Daniel Alencar
Fiquem com os primeiros trechos:
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A sala de Mickey não possuía muita coisa e ele preferia assim, para facilitar a limpeza.
Um sofá marrom de três lugares, uma estante média onde ficava um aparelho de televisão, DVD´s e livros, uma mesinha ao lado do sofá com um abajur e uma mesinha de centro onde ele deixava fotos de amigos e pessoas que valiam a pena ser lembradas.
Sentando-se de forma esparramada no sofá, era impossível não olhar as fotos, um ritual que não incomodava Mickey nem um pouco. Ele adorava rever os rostos das pessoas estampadas em suas lembranças impressas.
As mais queridas não envolvem casos ou aventuras, e sim seus amigos únicos e insubstituíveis.
Minnie ocupa um local de destaque quase no centro da mesa, e Pateta aparece em uma foto juntamente com ele durante uma viagem. Outra tirada pelo Coronel Cintra inclui Mickey com Minnie, Pateta, Horácio e Clarabela.
Além delas, uma foto de seu grande amigo Donald junto com os três sobrinhos e a irmã é uma das mais lembradas. Foi tirada durante férias em Patópolis, onde Mickey hospedou-se na casa dele. Uma outra mais recente é do dia do casamento de Donald e Karen, que na opinião de Mickey, formam um belo casal.
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Repentinamente, o silêncio foi quebrado por uma voz grossa e imponente:
- Que interessante, tenho visitas.
Ambos olharam em direção ao alto da escada. Mickey ficou em alerta e Natasha apontou a arma direto para a porta que estava se abrindo devagar. Alguns segundos depois, um vulto vestido inteiramente com uma roupa negra de gola, máscara e garras afiadas apareceu.
Mickey o conhecia melhor do quê ninguém e a última vez que o viu assim, eles estavam em Avangard City. Natasha já havia visto fotos deste uniforme, mas isto não evitou que seu coração acelerasse ao visualizar aquela tétrica roupa.
- Como dizem por aí, a vida é cheia de surpresas. De todos os seres humanos deste planeta podre, estão aqui os dois que eu nunca esperaria ver hoje - disse o vulto, começando a descer a escada.
Mickey estava aguardando a ação dele. Como estava desarmado, tinha que confiar na agente Bykov caso o Mancha tivesse uma arma e foi enquanto pensava sobre qual seria a melhor coisa a fazer que seu raciocínio foi quebrado por Natasha.
- TIRE A MÁSCARA! - gritou ela, enquanto apontava a arma para a cabeça do vilão.
- Nossa, quanta intimidade - respondeu o Mancha calmamente.
- TIRE A MÁSCARA AGORA!!! - gritou novamente.
Mickey não entendeu a atitude dela, mas imaginou que não era hora de questioná-la. A situação em que eles se encontravam era extremamente delicada.
- Tudo bem - disse o Mancha, ainda descendo a escada.
- Eu nunca consegui te negar nada, não é? - perguntou ele colocando as mãos para trás e se preparando para retirar o capuz.
- Acredite, é um imenso prazer te rever... - dizia ao mesmo tempo em que exibia o rosto.
- ...Tasha.
...
Ao notar que quem ela procurava não estava no corredor, andou nervosamente em direção ao pátio. Chegando lá, viu Dmitri a distância, sentado tranquilamente em um banco lendo um livro, o quê a deixou inconformada a ponto de ir até ele bufando.
- Não acredito nisso - disse ela em um tom nada amigável.
- Não acredita em quê, Tasha? - foi a resposta dele, sem nem levantar os olhos do livro.
- Que você está lendo uma das suas porcarias incompreensíveis.
- Nietzsche é fascinante, você deveria experimentar - disse ele, ao mesmo tempo que marcava a página e fechava o livro.
- Eu nem tenho tempo para estudar para as provas e você... você... - reclamava ela, arfando e com raiva.
- Não entendo sua raiva, Tasha - respondeu Dmitri com um sorriso cínico.
- Você sabe que odeio esse seu sorriso - disse ela com um olhar fulminante.
- Mas o quê posso fazer? Eu terminei a prova de duas horas em vinte e seis minutos e decidi esperar vocês aqui fora. Enquanto isso, estou lendo algo que abra minha mente.
- Eu sei - falou Natasha conformada, para em seguida sentar-se ao lado dele no banco.
...
- Meu amorzinho aprendeu bem - disse ele gemendo e com um sorriso, enquanto pressionava o local onde fora atingido.
- M-M-Mickey? - disse ela ainda tossindo um pouco.
- Claro que sou eu.
A voz era de Mickey realmente, mas ela continuava não reconhecendo o tom e muito menos o olhar dele e antes que ela pudesse falar qualquer coisa, ele saltou em sua direção.
Minnie não conseguiu reagir e recebeu diretamente o impacto do peso dele em cima de seu corpo. Com toda a tranquilidade, Mickey soltou a pistola no chão, virou Minnie para cima, sentou-se na barriga dela e segurou novamente seu pescoço com a mão esquerda, mas sem apertar.
- Não grite, tudo bem? Eu não vou te machucar, só fique quietinha - pediu ele.
- É você mesmo? Por quê está fazendo isto comigo? - perguntou ela com a voz embargada.
- Por quê é necessário. Quer uma prova de que sou eu mesmo?
- Enquanto você chorava achando que íamos morrer no fundo daquele poço, eu te prometi que iríamos sair de lá e que nunca mais você se sentiria sozinha, pois eu sempre estaria por perto.
Minnie arregalou os olhos, pois apenas Mickey teria como saber disto.
...
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Lançamento Oficial - Super Man XXI : O Conflito de Kal-El
Boa noite Pessoal,
Trago hoje o meu mais novo romance, a primeira parte da trilogia "Super Man XXI"
Em outras terras e outros universos, nada é como conhecemos... Um simples fato pode alterar absolutamente tudo...
Nossa história começa há um ano com a chegada de um grupo alienígena a Terra... Mas quais seus objetivos? O quê eles querem aqui?
Já no presente, diversos milagres estão ocorrendo em toda parte do mundo... E os líderes mundiais não sabem responder a uma pergunta crucial:
Quem ou o quê é o "Super Man"?
Com a participação de figuras conhecidas e amadas há décadas no mundo tudo, "Super Man XXI" é uma releitura de um mito... Um conto humano e apaixonante, onde descobriremos que emoções, sentimentos e força sempre andam lado a lado...
Prepare-se para o novo, o diferente, o surpreendente...
Esse romance teve a participação de meu grande amigo e mentor David Quadro... Valeu David, pelas idéias, apoio e trechos escritos...
Agradeço também a todos os meus queridos leitores de Nova Patópolis... Espero que gostem deste tanto quanto gostaram os livros com nossos amigos patos...
O próximo a ser finalizado é uma crônica de Nova Patópolis... Quando estiver mais adiantado eu passo os detalhes, mas posso dizer que o personagem principal é o Mickey, em sua versão detetive...
Peço a quem puder, que deixe agora ou após a leitura, um comentário sobre o quê acharam... Ou mandem um e-mail...
Um grande abraço a todos e boa leitura...
Daniel Alencar
Trago hoje o meu mais novo romance, a primeira parte da trilogia "Super Man XXI"
Super Man XXI - O Conflito de Kal-El
Em outras terras e outros universos, nada é como conhecemos... Um simples fato pode alterar absolutamente tudo...
Nossa história começa há um ano com a chegada de um grupo alienígena a Terra... Mas quais seus objetivos? O quê eles querem aqui?
Já no presente, diversos milagres estão ocorrendo em toda parte do mundo... E os líderes mundiais não sabem responder a uma pergunta crucial:
Quem ou o quê é o "Super Man"?
Com a participação de figuras conhecidas e amadas há décadas no mundo tudo, "Super Man XXI" é uma releitura de um mito... Um conto humano e apaixonante, onde descobriremos que emoções, sentimentos e força sempre andam lado a lado...
Prepare-se para o novo, o diferente, o surpreendente...
Esse romance teve a participação de meu grande amigo e mentor David Quadro... Valeu David, pelas idéias, apoio e trechos escritos...
Agradeço também a todos os meus queridos leitores de Nova Patópolis... Espero que gostem deste tanto quanto gostaram os livros com nossos amigos patos...
O próximo a ser finalizado é uma crônica de Nova Patópolis... Quando estiver mais adiantado eu passo os detalhes, mas posso dizer que o personagem principal é o Mickey, em sua versão detetive...
Peço a quem puder, que deixe agora ou após a leitura, um comentário sobre o quê acharam... Ou mandem um e-mail...
Um grande abraço a todos e boa leitura...
Daniel Alencar
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Super Man XXI - Último preview...
Bom dia pessoal,
Deixo hoje mais um preview do E-Book "Super Man XXI - O Conflito de Kal-El"...
Não percam o lançamento oficial amanhã...
Abraços a todos...
Daniel Alencar
...
Enquanto andavam, ambos reparavam em tudo a sua volta.
A área onde eles podiam andar era delimitada pelas calçadas. O vai e vém constante de pessoas era observado com atenção. Já as ruas possuíam veículos pequenos, mas ineficientes do ponto de vista energético.
As roupas não possuíam qualquer padrão de cor, tamanho ou estilo e muito menos os brasões de família.
Algumas poucas aves podiam ser vistas pousando nas janelas ou nas árvores plantadas na calçada.
Tudo era novo, mas as sensações dos dois observadores eram diametralmente opostas.
...
- Bom dia Kara. Posso saber o quê veio fazer aqui tão cedo? – perguntou sem muito tato.
- Me desculpe, eu só vim te fazer companhia na hora do café. Se quiser eu vou embora – disse ela, já na porta da cozinha.
- Não, não, pode ficar. Desculpe-me, é que estou com o pensamento longe.
- Não, não desculpo não. A não ser que você me dê uma xicara de café – disse ela com um grande sorriso.
- Tudo bem. Mas como você sabia que eu tinha acordado? – perguntou ele intrigado.
- Eu presto atenção no barulho da cafeteira – disse ela naturalmente.
Kal já tinha notado que sua audição estava aumentando. Com um pouco de concentração, ele conseguia ouvir vozes a distância e barulhos ínfimos. Esta era mais uma coisa que estava acontecendo desde que eles chegaram na Terra.
...
Com dez anos, Dave já se virava razoavelmente bem. Inclusive ficava muito feliz com a confiança demonstrada por seus pais que permitiam que ele ficasse várias horas sem vigilância.
Sua primeira atividade era pegar o jornal e deixar na sala para seu pai ler.
Mas neste domingo, ao abrir a porta não viu o periódico e somente após procurar muito Dave o encontrou. O entregador deve ter mirado errado e ele foi parar em cima da casa. Ele não conseguia imaginar como o entregador pôde lançar tão alto a ponto de cair lá.
O pai de Dave já o tinha proibido de subir na casa por diversas vezes. Por ser um sobrado de dois andares, uma queda do telhado seria potencialmente fatal.
Apesar da proibição, pegar o jornal de seu pai era questão de honra para Dave. Em alguns minutos, ele entrou na casa, subiu até o sótão, abriu a portinhola que saía no telhado e começou a pisar cuidadosamente nas telhas, em direção a borda do telhado.
Em menos de um minuto e com todo o cuidado, Dave conseguiu se agachar e pegar o jornal. Ao se levantar, pensou:
- O papai é exagerado, o quê pode sair errado aqui?
Dave se aprontou para voltar, virando-se em direção a portinhola de onde saiu. E este foi seu erro.
Ao dar um passo mal apoiado, seu pé direito dobrou, fazendo-o perder o equilíbrio e caindo lateralmente. Dave bateu nas telhas e devido a uma pequena inclinação no telhado, começou a rolar ao mesmo tempo em que gritava.
Esta pancada associada com um grito fez seus pais acordarem assustados. Mas até eles conseguirem levantar, vestir um roupão e sair, já seria tarde demais para o menino que se aproximava rapidamente da borda do telhado.
...
- Kara, após comer, por favor volte para o seu apartamento, pois eu preciso ficar um pouco sozinho.
- Sim senhor, General – foi a reposta em um tom mais sarcástico do quê Kal levaria na boa.
- Posso saber o motivo deste tom de voz?
- Nada. Estou apenas terminando de comer para ir embora. Não é o quê você quer? – perguntou ela em um tom ofendido.
- Não Kara, eu só preciso ficar sozinho um pouco. Se preferir pode ficar aqui no apartamento que eu vou dar uma volta.
- Prefiro sim – foi sua única resposta, com um sorriso.
Kal respirou e suspirou. Ele se lembrava de Kara como uma menina mimada que só aceitava as coisas do jeito dela. Aparentemente ela não mudou nada após tantos anos.
...
Lois viu Perry sair de sua sala e começar a vir em sua direção.
- O quê foi agora? – pensou ela com extrema má vontade.
- Lane, preciso te dizer uma coisa – disse ele ao se aproximar.
Perry White não tinha a aparência intimidadora. Se alguém apenas o olhasse, pensaria que se tratava de um senhor simpático de meia-idade, que sempre vestia uma camisa de manga comprida clara com as mangas dobradas, uma calça social escura e uma gravata de gosto duvidoso.
Sua altura não passava dos 1.70 m e a calvície deixava sua testa mais exposta ao criar pequenas entradas. Próximo a orelha, uma pequena área grisalha completava o conjunto.
Na realidade a intimidação vinha do tom de voz ao estilo “locutor de rádio” (sua primeira profissão), engrossada por anos de vício em charuto. Receber uma bronca de Perry White era equivalente a um furacão sendo jogado na sua cara.
- Sou toda ouvidos, Perry – respondeu Lois assim que ele praticamente sentou-se no tampo da mesa.
Esta outra técnica intimidadora era muito eficiente. O funcionário estava sentado na cadeira e ele na mesa, de forma a ficar em uma posição acima. Isto associado á voz grossa deixava qualquer um tremendo nas bases.
- Após as 16:00 hs você terá visitas – disse ele em um tom que ela não conseguiu definir se era de surpresa ou raiva.
- Como assim? – perguntou Lois muito surpresa.
- Creio que a primeira página de ontem chamou uma atenção indesejada – disse Perry com um suspiro, indicando uma boa dose de contrariedade.
Lois realmente não entendeu o quê ele disse. Mas antes de conseguir perguntar qualquer coisa, ele continuou:
- Eu recebi uma ligação de um agente do FBI que vai vir conversar com você hoje a tarde. Eu preciso que você o receba e seja a mais educada possível.
Lois arregalou os olhos.
- Imagino que isto seja novo para você, mas as vezes acontece. Normalmente quando uma informação não pode ser divulgada ou mesmo deve ser censurada, somos visitados. Só não entendi o quê uma matéria sobre eventos não explicados pode ter ofendido alguém.
- Mas... – tentou falar Lois.
- Eu ainda não acabei Lane. Como foi você quem escreveu, fale com eles, mas em nenhum momento baixe a guarda ou deixe que eles te digam o quê fazer. A primeira emenda garante nosso direito a livre expressão e não é um agentezinho que vai nos calar. Compreendeu garota?
Lois não conseguiu responder. Simplesmente balançou a cabeça em sinal positivo.
- Muito bem – concluiu ele, voltando a sua sala.
...
Deixo hoje mais um preview do E-Book "Super Man XXI - O Conflito de Kal-El"...
Não percam o lançamento oficial amanhã...
Abraços a todos...
Daniel Alencar
...
Enquanto andavam, ambos reparavam em tudo a sua volta.
A área onde eles podiam andar era delimitada pelas calçadas. O vai e vém constante de pessoas era observado com atenção. Já as ruas possuíam veículos pequenos, mas ineficientes do ponto de vista energético.
As roupas não possuíam qualquer padrão de cor, tamanho ou estilo e muito menos os brasões de família.
Algumas poucas aves podiam ser vistas pousando nas janelas ou nas árvores plantadas na calçada.
Tudo era novo, mas as sensações dos dois observadores eram diametralmente opostas.
...
- Bom dia Kara. Posso saber o quê veio fazer aqui tão cedo? – perguntou sem muito tato.
- Me desculpe, eu só vim te fazer companhia na hora do café. Se quiser eu vou embora – disse ela, já na porta da cozinha.
- Não, não, pode ficar. Desculpe-me, é que estou com o pensamento longe.
- Não, não desculpo não. A não ser que você me dê uma xicara de café – disse ela com um grande sorriso.
- Tudo bem. Mas como você sabia que eu tinha acordado? – perguntou ele intrigado.
- Eu presto atenção no barulho da cafeteira – disse ela naturalmente.
Kal já tinha notado que sua audição estava aumentando. Com um pouco de concentração, ele conseguia ouvir vozes a distância e barulhos ínfimos. Esta era mais uma coisa que estava acontecendo desde que eles chegaram na Terra.
...
Com dez anos, Dave já se virava razoavelmente bem. Inclusive ficava muito feliz com a confiança demonstrada por seus pais que permitiam que ele ficasse várias horas sem vigilância.
Sua primeira atividade era pegar o jornal e deixar na sala para seu pai ler.
Mas neste domingo, ao abrir a porta não viu o periódico e somente após procurar muito Dave o encontrou. O entregador deve ter mirado errado e ele foi parar em cima da casa. Ele não conseguia imaginar como o entregador pôde lançar tão alto a ponto de cair lá.
O pai de Dave já o tinha proibido de subir na casa por diversas vezes. Por ser um sobrado de dois andares, uma queda do telhado seria potencialmente fatal.
Apesar da proibição, pegar o jornal de seu pai era questão de honra para Dave. Em alguns minutos, ele entrou na casa, subiu até o sótão, abriu a portinhola que saía no telhado e começou a pisar cuidadosamente nas telhas, em direção a borda do telhado.
Em menos de um minuto e com todo o cuidado, Dave conseguiu se agachar e pegar o jornal. Ao se levantar, pensou:
- O papai é exagerado, o quê pode sair errado aqui?
Dave se aprontou para voltar, virando-se em direção a portinhola de onde saiu. E este foi seu erro.
Ao dar um passo mal apoiado, seu pé direito dobrou, fazendo-o perder o equilíbrio e caindo lateralmente. Dave bateu nas telhas e devido a uma pequena inclinação no telhado, começou a rolar ao mesmo tempo em que gritava.
Esta pancada associada com um grito fez seus pais acordarem assustados. Mas até eles conseguirem levantar, vestir um roupão e sair, já seria tarde demais para o menino que se aproximava rapidamente da borda do telhado.
...
- Kara, após comer, por favor volte para o seu apartamento, pois eu preciso ficar um pouco sozinho.
- Sim senhor, General – foi a reposta em um tom mais sarcástico do quê Kal levaria na boa.
- Posso saber o motivo deste tom de voz?
- Nada. Estou apenas terminando de comer para ir embora. Não é o quê você quer? – perguntou ela em um tom ofendido.
- Não Kara, eu só preciso ficar sozinho um pouco. Se preferir pode ficar aqui no apartamento que eu vou dar uma volta.
- Prefiro sim – foi sua única resposta, com um sorriso.
Kal respirou e suspirou. Ele se lembrava de Kara como uma menina mimada que só aceitava as coisas do jeito dela. Aparentemente ela não mudou nada após tantos anos.
...
Lois viu Perry sair de sua sala e começar a vir em sua direção.
- O quê foi agora? – pensou ela com extrema má vontade.
- Lane, preciso te dizer uma coisa – disse ele ao se aproximar.
Perry White não tinha a aparência intimidadora. Se alguém apenas o olhasse, pensaria que se tratava de um senhor simpático de meia-idade, que sempre vestia uma camisa de manga comprida clara com as mangas dobradas, uma calça social escura e uma gravata de gosto duvidoso.
Sua altura não passava dos 1.70 m e a calvície deixava sua testa mais exposta ao criar pequenas entradas. Próximo a orelha, uma pequena área grisalha completava o conjunto.
Na realidade a intimidação vinha do tom de voz ao estilo “locutor de rádio” (sua primeira profissão), engrossada por anos de vício em charuto. Receber uma bronca de Perry White era equivalente a um furacão sendo jogado na sua cara.
- Sou toda ouvidos, Perry – respondeu Lois assim que ele praticamente sentou-se no tampo da mesa.
Esta outra técnica intimidadora era muito eficiente. O funcionário estava sentado na cadeira e ele na mesa, de forma a ficar em uma posição acima. Isto associado á voz grossa deixava qualquer um tremendo nas bases.
- Após as 16:00 hs você terá visitas – disse ele em um tom que ela não conseguiu definir se era de surpresa ou raiva.
- Como assim? – perguntou Lois muito surpresa.
- Creio que a primeira página de ontem chamou uma atenção indesejada – disse Perry com um suspiro, indicando uma boa dose de contrariedade.
Lois realmente não entendeu o quê ele disse. Mas antes de conseguir perguntar qualquer coisa, ele continuou:
- Eu recebi uma ligação de um agente do FBI que vai vir conversar com você hoje a tarde. Eu preciso que você o receba e seja a mais educada possível.
Lois arregalou os olhos.
- Imagino que isto seja novo para você, mas as vezes acontece. Normalmente quando uma informação não pode ser divulgada ou mesmo deve ser censurada, somos visitados. Só não entendi o quê uma matéria sobre eventos não explicados pode ter ofendido alguém.
- Mas... – tentou falar Lois.
- Eu ainda não acabei Lane. Como foi você quem escreveu, fale com eles, mas em nenhum momento baixe a guarda ou deixe que eles te digam o quê fazer. A primeira emenda garante nosso direito a livre expressão e não é um agentezinho que vai nos calar. Compreendeu garota?
Lois não conseguiu responder. Simplesmente balançou a cabeça em sinal positivo.
- Muito bem – concluiu ele, voltando a sua sala.
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Super Man XXI - Data de Lançamento confirmada...
Boa noite pessoal,
É com grande prazer que venho anunciar a data de lançamento para o E-Book "Super Man XXI - O Conflito de Kal-El", o primeiro volume da trilogia...
O próximo que vou lançar será um outro de "Nova Patópolis"...
Ele estará disponível gratuitamente em 22/08, nos formatos PDF (para PC), EPUB (para Tablets) e MOBI (para o Kindle)...
Para quem preferir, será colocado também no leitor online, permitindo o acesso de qualquer pessoa a qualquer momento...
Espero que todos apreciem essa releitura do maior herói de todos... Entre hoje e quinta vou publicar alguns trechos para dar uma idéia da história...
Aproveitem e um grande abraço a todos...
Daniel Alencar
...
A brisa que vinha do mar era agradável.
O sol forte e intenso fazia a maioria dos dias em Themyscira serem extremamente quentes, mas suas habitantes, as amazonas, não costumavam reclamar.
Themyscira fica a cerca de 3.200 KMs da costa Americana, no oceano Atlântico Norte a meio caminho da Europa e era considerado um reino soberano. O reconhecimento de seu status lhe rendeu uma cadeira na Assembléia mundial da ONU, na qual ficava uma embaixatriz nomeada pela rainha.
Se fosse aberta ao público, Themyscira seria considerada um paraíso ecológico. Além das praias com areia branca e limpa, a maior parte de sua área é coberta com vegetação nativa, onde centenas de espécies de aves e muitos mamíferos convivem em harmonia.
Apesar de bem conservadas, as construções existentes datam de milhares de anos e muitas lendas são contadas de geração a geração, como guerras, visitas de deuses e toda sorte de mitologia fantástica.
O mundo do Patriarcado (como era chamado o resto do planeta pelas amazonas) não interferia de forma alguma com o governo local. Na realidade, os americanos as ajudavam a se manterem a parte de tudo.
A Casa Branca, utilizando-se de sua influência, garantia que nenhuma rota de avião e nenhum cruzeiro passassem próximos a ilha. E como seu espaço total não ultrapassava 800 Hectares, era quase impossível visualizá-la do alto.
Em troca deste favor, os americanos pediam ajuda em determinadas situações. Quando era necessário um poder maior do quê eles podiam dispor, as amazonas eram convocadas.
E era neste dia, aparentemente igual a qualquer outro, que a princesa Diana estava em um dos jardins do palácio de Hipólita, sua mãe e rainha. Ela sabia que receberia uma missão e não estava nem um pouco feliz com isso.
...
Kal arregalou os olhos, pois nunca imaginaria que ela faria isto.
- Então, gostou? – perguntou ela com um sorriso do tamanho do mundo.
- Ah, então... na verdade... está... diferente... – gaguejava Kal procurando as palavras certas.
Kara havia transformado sua roupa cerimonial (que era igual a de Kal, cobrindo o corpo inteiro) em duas peças distintas.
Acima da cintura, uma blusa azul de manga comprida que começava três dedos abaixo do pescoço e terminava dois dedos abaixo dos seios. Com isto, a barriga e umbigo de Kara estavam descobertos.
Abaixo da cintura, o resto do traje transformou-se em uma micro saia rodada também azul, que por baixo tinha um short da mesma cor, um dedo menor que a saia. Kara havia mesclado a parte inferior de seu traje com um uniforme de cheerleader.
A bota vermelha, a capa e os detalhes no punho foram mantidos. Já o cinto vermelho foi substituído por um amarelo mais moderno, com fivela negra.
Kara girava na frente de Kal para que ele pudesse visualizar o traje inteiro. E a saia levantava com uma facilidade incrível.
- Então, não vai falar nada? – perguntou Kara parando de frente a ele.
- É... tenho que admitir que é uma roupa muito bonita. Mas você pretende sair assim? – questionou ele.
- Claro que sim. A não ser que você não queira que eu te ajude – respondeu Kara, cruzando os braços.
...
sábado, 26 de julho de 2014
Mais de 65.000 leitores...
Boa noite pessoal,
Após cinco meses desde a última vez que vi, fui computar as leituras e downloads do Nova Patópolis...
Por incrivel que pareça, em cinco meses, de 40 mil, pulou para mais de 65 mim...
E estou recebendo contatos de leitores do México, Uruguai e até um Italiano...
A Internet não é uma maravilha?
Terminei de escrever o primeiro volume de "Super Man XXI"... Estamos revisando e o lançamento será breve... Após ele, pretendo escrecer o primeiro spin-off de Nova Patópolis, uma história do Mickey e sua luta final com seu maior inimigo... Muitas surpresas aguardam meus leitores, podem confiar...
Abraços,
Daniel Alencar
Após cinco meses desde a última vez que vi, fui computar as leituras e downloads do Nova Patópolis...
Por incrivel que pareça, em cinco meses, de 40 mil, pulou para mais de 65 mim...
E estou recebendo contatos de leitores do México, Uruguai e até um Italiano...
A Internet não é uma maravilha?
Terminei de escrever o primeiro volume de "Super Man XXI"... Estamos revisando e o lançamento será breve... Após ele, pretendo escrecer o primeiro spin-off de Nova Patópolis, uma história do Mickey e sua luta final com seu maior inimigo... Muitas surpresas aguardam meus leitores, podem confiar...
Abraços,
Daniel Alencar
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Mais de 40.000 leitores...
Boa noite pessoal,
Após algum tempo longe, fui verificar as estatísticas de leituras online e downloads da série Nova Patópolis.
Qual foi a minha surpresa, ao totalizar mais de 40.000 leitores... A cada dia, mais gente no Brasil e Portugal lê Nova Patópolis... Como eu sempre disse, teria ficado feliz com 100 pessoas...
Isso me anima... Mas antes do próximo volume das Crônicas, devo lançar o primeiro do Super Man, que estou escrevendo em parceria com David Quadro...
Será uma história bem interessante... Aguardem...
E um muito obrigado a todos que acompanham minhas histórias...
Abraços,
Daniel Alencar
Após algum tempo longe, fui verificar as estatísticas de leituras online e downloads da série Nova Patópolis.
Qual foi a minha surpresa, ao totalizar mais de 40.000 leitores... A cada dia, mais gente no Brasil e Portugal lê Nova Patópolis... Como eu sempre disse, teria ficado feliz com 100 pessoas...
Isso me anima... Mas antes do próximo volume das Crônicas, devo lançar o primeiro do Super Man, que estou escrevendo em parceria com David Quadro...
Será uma história bem interessante... Aguardem...
E um muito obrigado a todos que acompanham minhas histórias...
Abraços,
Daniel Alencar
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Lançamento Oficial : A Vingança de Janus (Crônicas de Nova Patópolis - Volume 01)
Boa noite Pessoal,
Trago hoje o meu primeiro romance fechado, a primeira crônica de Nova Patópolis:
Violenta, sombria e surpreendente... Está é a última missão de Donald Duplo...
Surge um novo agente, Janus, o duas-caras.
Seu objetivo? Se vingar implacavelmente de todos que lhe fizeram mal.
Espionagem, traição, reviravoltas e os eventos que culminaram no epílogo de Nova Patópolis.
Agradeço a todos os meus queridos leitores e espero que gostem.
Peço a todos que deixem ou agora ou após a leitura, um comentário sobre o quê acharam.
Um grande abraço a todos e boa leitura...
Daniel Alencar
Trago hoje o meu primeiro romance fechado, a primeira crônica de Nova Patópolis:
A Vingança de Janus
Violenta, sombria e surpreendente... Está é a última missão de Donald Duplo...
Surge um novo agente, Janus, o duas-caras.
Seu objetivo? Se vingar implacavelmente de todos que lhe fizeram mal.
Espionagem, traição, reviravoltas e os eventos que culminaram no epílogo de Nova Patópolis.
Peço a todos que deixem ou agora ou após a leitura, um comentário sobre o quê acharam.
Um grande abraço a todos e boa leitura...
Daniel Alencar
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
A Vingança de Janus está chegando... Disponibilizado o primeiro trecho...
Bom dia Pessoal,
A revisão da crônica "A Vingança de Janus" está de vento em popa... Ontem terminamos o capítulo 07 de 12... O lançamento deve ocorrer em outubro...
Mas para dar uma ideia, hoje vou deixar um pequeno trecho...
Um grande abraço a todos,
Daniel Alencar
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- Eu recebi ordens de te entregar tudo que precisa. Posso saber quais serão as “compras” do dia? – perguntou o agente.
- Claro. Vamos começar com o básico – respondeu ele.
- Capacete com óculos de visão noturna, infravermelho e binóculo ótico, protetor auricular com regulagem de tempo, colete de Kevlar nível cinco, pastilhas de explosivo C4, duas Magnum calibre 44 com silencioso e dez pentes vazios para eu levar já carregados – começou a lista.
- Tudo bem – respondeu ele anotando tudo.
- Um kit de sobrevivência auto injetável com morfina e epinefrina.
- Hmmm – concordou.
- Cinco granadas clarão, cinco granadas sônicas, cinco granadas explosivas potência três e munição especial para as Magnum, em quantidade suficiente para encher todos os pentes.
- Qual tipo? – perguntou o agente.
- Modelo BCHAG, com SDT0445.
O agente achou a escolha curiosa, mas não lhe cabia questionar.
- E finalmente, as bombas – disse Janus com um suspiro.
- A parte boa agora – respondeu o agente, muito interessado.
- Duas unidades modelo EFRAGLA em detonação sequencial de cinco segundos e um segundo, com SDT0432.
- De novo a série SDT? – pensou o agente – Que tipo de gente ele vai enfrentar?
- E por último uma unidade modelo PELEMAG32, com detonação em dez minutos. É apenas isto, agente Pólvora – finalizou Janus.
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