quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Lançamento Oficial - Primeiro Capítulo do novíssimo livro "Mancha Neural"...

Boa noite pessoal,

Estou disponibilizando em capítulos o novo livro de Nova Patópolis: 





Em nosso primeiro volume que tem o Mickey como protagonista, veremos o seu último encontro com seu nêmesis, o Mancha Negra... E a origem inédita do vilão...

Vou experimentar esse formato, liberando um capítulo por semana... E quando terminar, criarei o livro completo em todos os formatos...





Acessem a lista de capítulos no : Portal Gibiteca




Abraços e espero que gostem da novidade,

Daniel


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Lançamento Oficial - Nova Patópolis - O Tesouro de Spada

Boa noite Pessoal,

Trazemos hoje o mais novo romance do universo de Nova Patópolis, o fantástico:

"O Tesouro de Spada"






Magistralmente redigido pelo amigo e escritor Gabriel Almeida, esse livro vem responder uma pergunta crucial:

O quê importa mais? Um tesouro ou a aventura para consegui-lo?

Acompanhem Patinhas Cintilante ao lado de Donald e seus sobrinhos em busca do mítico tesouro do Conde de Monte Cristo e vejam nossos personagens favoritos novamente em situações humanas em uma aventura de tirar o fôlego...









Agradeço a visita de todos os meus queridos leitores de Nova Patópolis... Espero que todos gostem desta obra do amigo Gabriel tanto quanto ele gostou de escrevê-la e eu de lê-la.

Na minha humilde opinião, essa história merece figurar na galeria de grandes clássicos Disney...

Um grande abraço a todos e boa leitura...

Daniel Alencar

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O Tesouro de Spada... Alguns trechos e data do lançamento confirmada...

Boa noite pessoal,

Estou deixando com vocês mais alguns trechos da obra "O Tesouro de Spada"...

E aproveito para anunciar o lançamento oficial para 13/02, sexta-feira...

Está chegando...

Daniel

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Próximo do meio dia, quando Patinhas parou um pouco para almoçar, surgiu dona Cotinha, antiga secretária do seu pai e agora sua.

- Desculpe interromper patrão, mas o senhor me pediu para lembrá-lo do jantar hoje, no Clube dos Milionários.

Patinhas suspirou. Não se havia lembrado disso.

Ele sabia que seu pai fora sócio desse clube. Também sabia que ele não se orgulhava muito desse fato. Lá se reuniam as pessoas mais fúteis, mais materialistas, mais egoístas que ele conhecia. Dentre os membros, havia um que lhe despertava profunda aversão: Patacôncio. Como esse sentimento era recíproco, eles muitas vezes brigavam nos encontros, o que era mais uma razão para ele evitá-los. Mas naquele clube estavam pessoas com as quais era lucrativo fazer negócios e a perspectiva do lucro fazia Patinhas aguentá-las.

Quando Patinhas Cintilante assumiu os negócios do pai, fora convidado para se juntar ao clube. Ele sabia que, assim como o pai, não era querido lá, mas aceitou assim mesmo. Na verdade, não fazia lhe muita diferença ser ou não membro. Ele quase nunca o freqüentava. Entretanto, nesta noite estaria presente o sr. Ben Kalish, dono de enormes reservas de petróleo, com quem Patinhas tinha esperança de fazer uma parceria.

Depois de muito refletir, decidiu que o lucro valia à pena:

- Obrigado, dona Cotinha. Eu irei.

...

O tesouro a que Patinhas Cintilante se referia correspondia a mil lingotes de ouro de duas a três libras cada um, vinte e cinco mil escudos de ouro, enormes quantidades de pérolas, pedrarias e diamantes. Ele havia sido revelado a Edmond Dantès, o futuro conde de Monte Cristo, por seu colega de cela, o abade Faria.

Consistia na fortuna do cardeal italiano Spada. No final século XV, o papa Alexandre VI, antigo Rodrigo Bórgia, necessitava de dinheiro para enfrentar Luís XII da França, e seu filho, César Bórgia, também necessitava de dinheiro para concluir sua dominação da Itália.

Os dois estadistas tiveram então uma ideia que auxiliava enormemente seus propósitos: venderiam cargos de cardeais às famílias mais ricas da região, Spada e Rospigliosi. Lucrariam então com a venda dos postos e depois se apossariam das grandes fortunas dos dois cardeais, quando estes morressem.

Tudo correu bem e os infelizes cardeais morreram misteriosamente, após um jantar com os Bórgia. Entretanto, estes se viram com um problema: enquanto conseguiram se apoderar da grande fortuna do cardeal Rospigliosi, a do cardeal Spada havia desaparecido. De acordo com o livro, ela havia sido escondida na ilha de Monte Cristo, onde foi encontrada, séculos depois, por Edmond Dantès.

...

Desde muito cedo, o sr. Murdstone obrigara Flint a mendigar. Ele não entendia o porque disso, uma vez que o salário do tio deveria ser suficiente para a via modesta que levavam. O problema é que o tio destinava esse a outros fins. Apaixonado pelo jogo, ele sempre afirmava que um dia enriqueceria.
O problema era que, sempre que ganhava alguma coisa, ou gastava com prostitutas e bebidas mais “finas”, ou continuava apostando e perdia, voltando para casa revoltado e endividado. Ele descontava então no sobrinho e na esposa. A renda da família, portanto, era praticamente só o que Flint ganhava com a mendicância.

No dia seguinte, Flint acordara muito triste. Não queria mendigar no sábado, dia em que todos os outros meninos tinham folga. Se ele os visse, ficaria com inveja deles e, se eles o vissem, ririam dele. Mas temia a ira do tio e isso lhe deu forças para se levantar.

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O Chateau de Monte-Cristo, ou Castelo de Monte-Cristo, foi construído por Alexandre Dumas em 1844. Localizado em Port-Marly, ele corresponde a um castelo renascentista, onde o autor morava, um castelo gótico completo (até com um fosso em miniatura), onde ele escrevia, e um parque fabuloso, repleto de árvores, cavernas, rochas e cachoeiras artificiais.

Infelizmente, o escritor foi forçado a vendê-lo por causa de dívidas em 1851. Desde então, ele teve vários donos e foi decaindo gradativamente. Em 1970, dois grupos, o Syndicat intercommunal de Monte-Cristo e a Société des Amis d’Alexandre Dumas trabalharam para impedir sua demolição e reconstruí-lo.

Naquele domingo, era para lá que Patinhas Cintilante e seus companheiros se dirigiam. Depois de pagarem a entrada e escolherem uma visita sem guia (era melhor para suas investigações), eles entraram na propriedade.

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Super Entrevista com Gabriel Almeida, autor de "O Tesouro de Spada"... E alguns trechos de sua obra...

Boa tarde pessoal,

Estou trazendo hoje uma super entrevista com Gabriel Almeida, um grande amigo e autor da próxima crônica de Nova Patópolis, "O TESOURO DE SPADA"...

Como leitor em primeira mão, posso afirmar que o Gabriel captou o espírito e a ideia de Nova Patópolis e criou uma história de caça ao tesouro humana, interessante e redentora...

Fiquem agora com nosso autor e logo abaixo, alguns trechos de sua obra...



1) Bom dia Gabriel Almeida. Antes de mais nada, agradeço a oportunidade das pessoas conhecerem um pouco sobre o mais novo escritor do Universo Nova Patópolis e com certeza, de seus próprios personagens no futuro. Tudo bem com você?

R. Tudo bem, Daniel. Eu que agradeço por esta entrevista.

2) Gabriel, conte um pouco sobre suas experiências com a leitura e como elas influenciaram sua formação.

Bem, desde muito pequeno eu gosto de ler. Este traço eu tenho que agradecer aos meus pais (e uma infinidade de outras coisas também). Eles liam para mim revistinhas da Turma da Mônica e da Disney e os livros do Monteiro Lobato e foi daí que eu fiquei apaixonado pela leitura. Logo que eu aprendi a ler e escrever, passou a não haver revista em minha casa em que eu não tivesse colocado as mãos (e os olhos, evidentemente). Em pouco tempo, eu me interessei também pelos livros, primeiro por aqueles com figuras (porque eram mais fáceis e muito mais interessantes pra mim). Depois elas passaram a ter pouca importância. Hoje eu posso dizer que uma das minhas atividades preferidas é a leitura e é difícil eu ficar mais de uma semana sem ao menos ler um pedacinho que seja de um livro.  

3) Quais seus autores e histórias favoritas e por que?

Os meus autores favoritos são Alexandre Dumas, Père, Júlio Verne, Robert Louis Stevenson, Arthur Conan Doyle, Agatha Christie e Charles Dickens. Já dá para perceber que eu gosto de livros mais antigos e, sobretudo, de aventuras. Exatamente. Eles agradam muito à minha natureza inquieta e aventureira.  Embora muitos conhecidos meus questionem esse meu gosto, dizendo que são livros infantis, sem profundidade, escritos com intuitos comerciais etc, eu sou forçado a discordar. Isso pode até parecer meio estranho, mas eu encontrei muito mais sabedoria (sabedoria mesmo) e até conhecimentos sobre as emoções humanas nestes livros do que em muitos outros que são considerados obras primas da literatura e da intelectualidade. O meu blog “Piratas e Mosqueteiros”, foi criado exatamente para defender a qualidade desse tipo de livros.
   

4) O quê você acha da Internet, dos livros virtuais e dos scans como meio de propagação da cultura?

Eu sou um dos maiores defensores da propagação da cultura na Internet. Grande parte dos livros que possuo só foi encontrada virtualmente na Internet. Eu os procurava em livrarias e sempre ouvia que eles estavam esgotados, que suas editoras tinham fechado ou até mesmo que eles nunca tinham sido vendidos no Brasil (coisa que eu sabia que não era verdade). Quase todas as revistas que possuo, também foram encontradas nela e muitas destas eram também quase impossíveis de se encontrar em lojas.

5) Como foi seu contato com o Universo de Nova Patópolis?

Meu contato com o Universo de Nova Patópolis foi através do blog maravilhoso “Chutinosaco”, do Luiz Dias. Eu já freqüentava ele há um tempo e via algumas referências a esses livros, que eu achava muito curiosos. Graças a ele, conheci o site igualmente fantástico da Gibiteca, que também passei a visitar frequentemente. Certo dia, encontrei aqueles livros nesse site também. Imagine a minha surpresa quando descobri que o “dono” do site era o autor deles. Resolvi então lê-los, e posso dizer que foi uma das melhores leituras que tive na época (época não é a melhor palavra, já que eu terminei todos os três principais em um dia e “A Vingança de Janus” no dia seguinte).

6) Qual seu personagem preferido na saga e por quê?

O meu personagem preferido em toda a saga é o Donald. Eu o acho o mais humano deles, aquele com quem é mais possível se identificar. Ele se importa com sua família e com sua namorada, tem problemas e dúvidas como todos nós, mas também tem coragem para seguir em frente.  

7) Como surgiu a vontade e a idéia de escrever um livro de Nova Patópolis?

Desde pequeno eu sempre tive uma imaginação muito fértil. Eu desenhava histórias inteiras que eu imaginava em cadernos, criava outras com os meus bonequinhos Playmobil, me imaginava participando das histórias que tinha lido. Por causa disso, sempre tive o sonho secreto de ser escritor. Infelizmente, eu nunca tive tanta coragem para isso, sempre ouvia que isso era difícil, que a literatura não era valorizada no país, que eu ia ter mais prejuízo do que lucro. Ainda tinha o problema que o estilo de livro que eu queria escrever não era exatamente dos mais apreciados, diziam que era antiquado, sem graça e sem qualquer relação com a realidade brasileira. Isso era bem desanimador.

Isso mudou quando descobri os livros da Nova Patópolis. Além de eles terem me dado coragem para escrever, eles me mostraram uma possibilidade que eu nunca tinha considerado antes. Lançar meus livros virtualmente. Isso resolvia todos os meus problemas. Não haveria problema de prejuízo, afinal de contas eu decidi nem cobrar por eles (já que a escrita sempre foi uma diversão pra mim); a divulgação seria mais fácil e se alguém não gostasse do estilo nem ia precisar de se importar com eles.

Vamos voltar agora para o meu livro da Nova Patópolis. Assim como quando eu era pequeno, eu comecei a imaginar as minhas próprias histórias nesse Universo. Uma delas foi tomando mais forma, eu fui explorando ela mais e mais até que por fim eu decidi escrevê-la. Ia ser até apropriado. O primeiro livro que eu ia escrever teria uma relação com aqueles que me deram coragem para fazer isso.  

8) O quê podemos esperar do seu livro "O Tesouro de Spada"?

Das histórias Disney, as caças ao tesouro do Tio Patinhas criadas pelo Carl Barks e depois pelo Don Rosa sempre foram as minhas preferidas. Elas não só davam asas à minha imaginação e agradavam ao meu espírito aventureiro (não que eu seja um Indiana Jones, mas sou incapaz de ficar quieto), mas também davam chances para os personagens mostrarem a sua personalidade. 

O Tio Patinhas, então, sempre mostrava um lado mais humano nessas histórias. 

O meu livro então segue o estilo deles, embora tratando de questões um pouco mais profundas, que é uma das coisas que o Universo da Nova Patópolis permite. É uma história inicialmente envolvendo uma caça ao tesouro, mas em que o principal é explorar as relações entre os personagens. Nesse caso, Patinhas Cintilante, Donald e os sobrinhos e alguns outros (que não vou revelar) que não foram utilizados ainda no Universo da Nova Patópolis. Também vão haver várias referências aos livros e revistas que já li, sendo o próprio tesouro do título uma homenagem ao meu livro preferido, “O Conde de Monte Cristo”.

9) Tem outras idéia e pretende escrever novas histórias?

VÁRIAS. A minha cabeça é igual ao meu corpo, não consegue ficar quieta nem um segundo. Pretendo escrever em um futuro próximo mais um livro da Nova Patópolis, desta vez com um dos meus personagens Disney preferidos: Darkwing Duck. Tenho também algumas ideias para mais alguns livros nesse universo, mas elas ainda não estão bem desenvolvidas. Também pretendo escrever outros livros à parte. Tenho dois que já estão quase prontos na minha mente: um livro de aventuras cheio de lutas de espada na época das revoluções da Inglaterra e uma história de mistério no estilo Agatha Christie. 

10) Obrigado pela atenção Gabriel. Por favor deixe uma mensagem para os leitores e fans de Nova Patópolis.

Eu primeiro lugar queria te agradecer, Daniel, pela entrevista e por ter me deixado escrever este livro. Foi a realização de um sonho. Agora, eu só quero dizer que torço para todos que leiam o meu livro gostem dele o tanto quanto eu gostei de escrevê-lo.




...

- Ele falou muito bem da senhora no diário. Por que a senhora era tão boa com ele também? A maioria dos empregados parece que o detestava.

Ela deu uma risadinha.

- É, ele não era muito querido por todos. Mas eu... eu gostava dele... Não, não é dessa forma que o senhor está pensando – Ela apressou-se em dizer, depois de reparar na expressão de surpresa dele.

– Eu tinha um pouco de pena, mais de uma vez o peguei olhando para as fotos das irmãs, com uma expressão muito triste. Dava para ver que mesmo com todo o dinheiro, ele não era muito feliz. Eu me sentia mais ou menos como uma irmã mais velha. Fui eu quem falou pra ele convidar o Donald e os meninos naquele Natal.

...

Estudiosos...

Rapidamente Patinhas pesquisou os estudiosos de Dumas. Em pouco tempo, encontrou o que queria: “Jules Fèval, maior autoridade em Alexandre Dumas”. Havia também o endereço e o telefone.

- Bem Patinhas, está na hora de provar que é filho do seu pai – Disse para si mesmo.

O problema agora era decidir quem iria acompanhá-lo na expedição. Ou melhor, o problema era convencer quem ele queria a acompanhá-lo.

...

- ATÉ QUE ENFIM VOCÊ CHEGOU! QUEM LHE DEIXOU FICAR FORA ATÉ TÃO TARDE?

Ele tentou explicar que fora o tio quem o mandara, mas não teve chance.

- NÃO INTERESSA! VAMOS, PASSE O DINHEIRO – E, vendo como ele tinha pouco, explodiu – SÓ ISSO? O QUE VOCÊ FEZ COM O RESTO?

- É... é só isso...

- MENTIRA! VOCÊ ESTÁ MENTINDO, COMO TODO MUNDO DESSA SUA RAÇA MALDITA, COMO TODOS ESSES MALDITOS HOLANDESES! – Gritou e deu um tapa em Flint. E outro. E outro...

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- Não se preocupe primo. Já achamos pistas mais difíceis do que essa. – Disseram os meninos.

- Lembram daquela vez que a gente foi atrás da Pedra Filosofal? Primeiro nós fomos pra Alemanha, depois pra Roma, depois pra Sicília, depois pra Damasco, depois pra Bagdá e depois pra Creta. E ainda acabamos dentro do labirinto! – Disse Huguinho.

- É! E aquela vez que procuramos o tesouro de Sir Quackius, no castelo do tio, na Escócia? – Lembrou Zezinho.

- E quando procuramos o “Holandês Voador” com ele? – Lembrou Luisinho.

- E teve aquela do Vale do Sol Dourado, que eu participei. – Disse o capitão Boeing, com orgulho.

- Também teve aquela vez... que ele me mandou investigar os naufrágios que estavam acontecendo com os navios de ouro dele, que eram coisa dos Metralhas. – Foi Donald quem disse dessa vez.

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sábado, 10 de janeiro de 2015

O Tesouro de Spada

Boa noite pessoal...

Em breve, os fans de Nova Patópolis serão brindados com uma novidade...

A primeira história criada pelo amigo e escritor Gabriel Almeida...

Uma caça ao tesouro ao estilo de Carl Barks, com Patinhas Cintilante, Donald e seus sobrinhos...

Em breve, maiores informações...

Abraços a todos,

Daniel Alencar

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Cérebro Negro...

Boa tarde pessoal,

Primeiro agradeço de coração aos meus leitores antigos e novos (não tem dia sem acesso a Nova Patópolis)...

Segundo, vou deixar a primeira prévia do meu próximo livro...

Cérebro Negro



Nesse livro, vou abandonar o universo dos patos e me focar no dos ratos... Sim, será o primeiro romance que terá como personagem principal o grande Mickey...

Um Mickey muito próximos ao detetive da série "Mickey Mouse Mystery Magazine"...

Mas e a história?

Diversos assassinatos de empresários, políticos e milionários chamam a atenção do FBI que convoca Mickey para encontrar o responsável...

Para os agentes, tudo leva a crer que o culpado é um dos terroristas mais procurados do mundo, conhecido como Mancha Negra, que foi avistado no Leste Europeu após fugir da prisão de segurança máxima de Avangard City...

Mas o quê Mickey nunca esperaria, era que o plano atual do Mancha, é muito maior e terrível do quê qualquer um poderia imaginar... E quê para detê-lo, talvez o custo seja muito elevado...

Com a inédita origem do vilão...

Abraços a todos,

Daniel Alencar

Fiquem com os primeiros trechos:



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A sala de Mickey não possuía muita coisa e ele preferia assim, para facilitar a limpeza.

Um sofá marrom de três lugares, uma estante média onde ficava um aparelho de televisão, DVD´s e livros, uma mesinha ao lado do sofá com um abajur e uma mesinha de centro onde ele deixava fotos de amigos e pessoas que valiam a pena ser lembradas.

Sentando-se de forma esparramada no sofá, era impossível não olhar as fotos, um ritual que não incomodava Mickey nem um pouco. Ele adorava rever os rostos das pessoas estampadas em suas lembranças impressas.

As mais queridas não envolvem casos ou aventuras, e sim seus amigos únicos e insubstituíveis.

Minnie ocupa um local de destaque quase no centro da mesa, e Pateta aparece em uma foto juntamente com ele durante uma viagem. Outra tirada pelo Coronel Cintra inclui Mickey com Minnie, Pateta, Horácio e Clarabela.

Além delas, uma foto de seu grande amigo Donald junto com os três sobrinhos e a irmã é uma das mais lembradas. Foi tirada durante férias em Patópolis, onde Mickey hospedou-se na casa dele. Uma outra mais recente é do dia do casamento de Donald e Karen, que na opinião de Mickey, formam um belo casal.

...

Repentinamente, o silêncio foi quebrado por uma voz grossa e imponente:

- Que interessante, tenho visitas.

Ambos olharam em direção ao alto da escada. Mickey ficou em alerta e Natasha apontou a arma direto para a porta que estava se abrindo devagar. Alguns segundos depois, um vulto vestido inteiramente com uma roupa negra de gola, máscara e garras afiadas apareceu.

Mickey o conhecia melhor do quê ninguém e a última vez que o viu assim, eles estavam em Avangard City. Natasha já havia visto fotos deste uniforme, mas isto não evitou que seu coração acelerasse ao visualizar aquela tétrica roupa.

- Como dizem por aí, a vida é cheia de surpresas. De todos os seres humanos deste planeta podre, estão aqui os dois que eu nunca esperaria ver hoje - disse o vulto, começando a descer a escada.

Mickey estava aguardando a ação dele. Como estava desarmado, tinha que confiar na agente Bykov caso o Mancha tivesse uma arma e foi enquanto pensava sobre qual seria a melhor coisa a fazer que seu raciocínio foi quebrado por Natasha.

- TIRE A MÁSCARA! - gritou ela, enquanto apontava a arma para a cabeça do vilão.

- Nossa, quanta intimidade - respondeu o Mancha calmamente.

- TIRE A MÁSCARA AGORA!!! - gritou novamente.

Mickey não entendeu a atitude dela, mas imaginou que não era hora de questioná-la. A situação em que eles se encontravam era extremamente delicada.

- Tudo bem - disse o Mancha, ainda descendo a escada.

- Eu nunca consegui te negar nada, não é? - perguntou ele colocando as mãos para trás e se preparando para retirar o capuz.

- Acredite, é um imenso prazer te rever... - dizia ao mesmo tempo em que exibia o rosto.

- ...Tasha.

...

Ao notar que quem ela procurava não estava no corredor, andou nervosamente em direção ao pátio. Chegando lá, viu Dmitri a distância, sentado tranquilamente em um banco lendo um livro, o quê a deixou inconformada a ponto de ir até ele bufando.

- Não acredito nisso - disse ela em um tom nada amigável.

- Não acredita em quê, Tasha? - foi a resposta dele, sem nem levantar os olhos do livro.

- Que você está lendo uma das suas porcarias incompreensíveis.

- Nietzsche é fascinante, você deveria experimentar - disse ele, ao mesmo tempo que marcava a página e fechava o livro.

- Eu nem tenho tempo para estudar para as provas e você... você... - reclamava ela, arfando e com raiva.

- Não entendo sua raiva, Tasha - respondeu Dmitri com um sorriso cínico.

- Você sabe que odeio esse seu sorriso - disse ela com um olhar fulminante.

- Mas o quê posso fazer? Eu terminei a prova de duas horas em vinte e seis minutos e decidi esperar vocês aqui fora. Enquanto isso, estou lendo algo que abra minha mente.

- Eu sei - falou Natasha conformada, para em seguida sentar-se ao lado dele no banco.

...

- Meu amorzinho aprendeu bem - disse ele gemendo e com um sorriso, enquanto pressionava o local onde fora atingido.

- M-M-Mickey? - disse ela ainda tossindo um pouco.

- Claro que sou eu.

A voz era de Mickey realmente, mas ela continuava não reconhecendo o tom e muito menos o olhar dele e antes que ela pudesse falar qualquer coisa, ele saltou em sua direção.

Minnie não conseguiu reagir e recebeu diretamente o impacto do peso dele em cima de seu corpo. Com toda a tranquilidade, Mickey soltou a pistola no chão, virou Minnie para cima, sentou-se na barriga dela e segurou novamente seu pescoço com a mão esquerda, mas sem apertar.

- Não grite, tudo bem? Eu não vou te machucar, só fique quietinha - pediu ele.

- É você mesmo? Por quê está fazendo isto comigo? - perguntou ela com a voz embargada.

- Por quê é necessário. Quer uma prova de que sou eu mesmo?

- Enquanto você chorava achando que íamos morrer no fundo daquele poço, eu te prometi que iríamos sair de lá e que nunca mais você se sentiria sozinha, pois eu sempre estaria por perto.

Minnie arregalou os olhos, pois apenas Mickey teria como saber disto.

...


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Lançamento Oficial - Super Man XXI : O Conflito de Kal-El

Boa noite Pessoal,

Trago hoje o meu mais novo romance, a primeira parte da trilogia "Super Man XXI"



Super Man XXI - O Conflito de Kal-El


Em outras terras e outros universos, nada é como conhecemos... Um simples fato pode alterar absolutamente tudo...

Nossa história começa há um ano com a chegada de um grupo alienígena a Terra... Mas quais seus objetivos? O quê eles querem aqui?

Já no presente, diversos milagres estão ocorrendo em toda parte do mundo... E os líderes mundiais não sabem responder a uma pergunta crucial:

Quem ou o quê é o "Super Man"?

Com a participação de figuras conhecidas e amadas há décadas no mundo tudo, "Super Man XXI" é uma releitura de um mito... Um conto humano e apaixonante, onde descobriremos que emoções, sentimentos e força sempre andam lado a lado...

Prepare-se para o novo, o diferente, o surpreendente...









Esse romance teve a participação de meu grande amigo e mentor David Quadro... Valeu David, pelas idéias, apoio e trechos escritos...

Agradeço também a todos os meus queridos leitores de Nova Patópolis... Espero que gostem deste tanto quanto gostaram os livros com nossos amigos patos...

O próximo a ser finalizado é uma crônica de Nova Patópolis... Quando estiver mais adiantado eu passo os detalhes, mas posso dizer que o personagem principal é o Mickey, em sua versão detetive...

Peço a quem puder, que deixe agora ou após a leitura, um comentário sobre o quê acharam... Ou mandem um e-mail...

Um grande abraço a todos e boa leitura...

Daniel Alencar